Resultados para: manuel bandeira

Poemas da oficina de Tarso de Melo Curadoria Tarso de Melo

Poemas escritos por alunos da oficina de poesia realizada no Espaço CULT, ministrada por Tarso de Melo durante julho e agosto.

Um texto pegando fogo: sobre um poema inédito de Ferreira Gullar Luiz Guilherme Ribeiro Barbosa

Poema inédito de Ferreira Gullar, que, em fevereiro de 1957, foi publicado no Jornal do Brasil, mas foi deixado de fora de todos os livros do poeta

Entrevista coletiva: Fabiano Calixto Tarso de Melo

Sob o olhar agudo e na voz de um dos principais poetas das novas gerações, um registro de suas referências, processos e ideias

O incomensurável que cabe numa vida e em muitas canções Bianca Dias

Se a morte aniquila o poder de representação das palavras e revela sua impotência, Caetano nos coloca em contato com a língua como convocação ética

José mergulha para sempre na piscina azul, e todos os gestos do fogo Manoel Ricardo de Lima

Incendiário, livro de Marcelo Reis de Mello procura perceber um mundo ao redor que é todo de “um outro”, ou de “uns” e “outras”

“Minha poesia, meu corpo e minha sombra procuram ‘um modo de sobreviver ao real'” Tarso de Melo

Aos 80, Armando Freitas Filho fala sobre suas quase seis décadas dedicadas à poesia. “Arremate”, seu novo livro, sai em novembro pela Cia das Letras

Sereias da vida alheia: cartas de Mário de Andrade e Manuel Bandeira Fabio Weintraub

Correspondência permite reconstituir o itinerário de uma amizade e recuperar o clima de uma importante etapa de nossa história literária

Max Martins: a excepcionalidade paraense Luiz Costa Lima

O crítico Luiz Costa Lima escreve sobre a produção poética do paraense Max Martins, cuja poesia completa é reeditada pela Universidade Federal do Pará

Bandeira, me envia o mapa de teu planeta Lugar de Fala

“Lá da Tamarineira, ouço o coaxar/ em Brasília/ Síndrome respiratória aguda grave ou “gripezinha”?/ Isolamento seletivo ou ampliado?/ Saúde ou economia?”

Aprendendo a (não) morrer Guilherme Gontijo Flores

O drama maior da morte à nossa frente não é necessariamente sempre o de continuar, mas o de morrer. Aprender a morrer.

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