Teat(r)o Oficina desarma o golpe contra nossa inteligência Welington Andrade
Teat(r)o Oficina desarma o golpe contra nossa inteligência
Mover-se sob o risco de
Fusão de dois contos de Caio Fernando Abreu, “Amarelo distante”, de Kiko Rieser, enfia palavras que avançam às cegas goela abaixo do espectador
Blanche DuBois e os devaneios da intimidade (Fotos Bob Sousa)
A encenação de “Um bonde chamado Desejo” por Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça no papel da protagonista, é daqueles espetáculos que não se furtam ao enfrentamento sincrônico de um clássico.
Como se não tivesse havido linguagem Welington Andrade
A dramaturgia de Tchekhov, Beckett e Albee são portos de passagem para “Os realistas”, de Will Eno; leia crítica do espetáculo em cartaz em São Paulo
Carta ao pai – Denise Stoklos Marcia Tiburi
A dor de existir de Kafka é tratada como a dor de existir de todos. A dor de existir da arte, do teatro, do povo brasileiro.
Interlocução entre a cena e a crítica Welington Andrade
O crítico Welington Andrade dialoga com o dramaturgo Alexandre Dal Farra sobre sua peça, “Abnegação 2″, em cartaz na cidade de São Paulo
Desfamiliarização e política Welington Andrade
“O filho”, do Teatro da Vertigem, trata da decomposição de uma instituição no limite do inumano: a família
A memória que brilha por reflexo Welington Andrade
Ou “O que certo teatro musical feito no Brasil atualmente poderia aprender com uma cantoria como essa”
Entre máscaras e papeis Welington Andrade
“Pessoas perfeitas” confere estatuto dramático aos “sujeitos sujeitados” que habitam as grandes cidades
O palco como abismo da incongruência Welington Andrade
Em “Terra de ninguém”, a consciência humana está fadada a refugiar-se no caráter inefável da linguagem





