Mohamed Masud Raza Khan: uma prática psicanalítica a partir do “ethos” islâmico Gilberto Safra
Não se pode afirmar que Khan tenha sido um muçulmano devoto. No entanto, pode-se observar que trazia o Corão em seu ser
A proteção de Medusa Aline Souza Martins
Seguirei o conselho de Freud: “Interroguem suas próprias vivências, ou dirijam-se aos escritores, ou esperem até que a ciência possa lhes dar informação mais profunda e coerente”
Com Khan, Lucia e Juan: cuidando de filhos bastardos Luciana Pires
Reconhecemos nesse relato a preocupação clínica de reconstruir o campo relacional dos pacientes, desde a relação dual promovida pelo par analítico até sua teia de sustentação afetiva mais ampla na vida e na cultura
Topografia da vulva Tania Rivera
Relevo, textura e cores desafiam o léxico e me levam a tentar armar outro vocabulário, como quem organiza seu arsenal
Ninguém pode dizer a sua loucura – o “placement” como estratégia clínica Marília Velano
A espontaneidade de Masud Khan no relato das sessões faz fugir à vista dos analistas treinados na abstinência dois fundamentos indissociáveis em uma perspectiva winnicottiana: a autenticidade e a criatividade
O sumiço da vulva Ana Paula Pacheco
Ao despertar na manhã seguinte, recebi a notícia da morte da Gata. Ou, o que é pior, do seu desaparecimento. Por isso vou escrever sobre ela
Sobre a privacidade em Masud Khan Maíra Mamud Godoi
O sagrado direito ao próprio segredo, a não ser conhecido ou explicado. Khan diz que uma pessoa não tem um segredo; ela é um segredo
Ciência pouca é bobagem: por que levar a psicanálise a sério Gilson Iannini e Paulo Beer
A psicanálise sempre foi o “meu malvado favorito” dos demarcadores de plantão, que nunca conseguiram provar sua pseudocientificidade
Não se combate pseudociência com pseudofilosofia Luiz Henrique de Lacerda Abrahão e Patrícia Kauark-Leite
É preciso atentar para o fato de que a ciência se diz no plural: as ciências. Como também se dizem no plural os seus diferentes métodos e suas filosofias subjacentes




