Moda “perigosa”: a psicanálise nos periódicos cariocas dos anos 1920 Rafael Dias de Castro
Como jornais e revistas da década de 1920 no RJ se referiam à teoria de Freud: ‘Arma perigosa que poderia agravar o sofrimento de que a pessoa padece’
Uma psicanálise do outro Tania Rivera
Insubmisso ao tabu, irreverente ao totem, o “Manifesto antropófago” vibra vigorosamente na produção psicanalítica brasileira
Primórdios da psicanálise no Brasil Marina Massi
Foi na centralidade das áreas urbanas, como São Paulo e Rio de Janeiro, que a psicanálise floresceu, sob a égide de parte da medicina vigente e do movimento modernista
Três judeus entre jogos e traumas Humberto Moacir de Oliveira
Como Jacques Fux, através das teorias de Sigmund Freud sobre o brincar, redescobriu a vida e a obra do escritor francês Georges Perec
O feminino que não se lê Maricia Ciscato
O enigma feminino, antes pensado e localizado apenas em bruxarias e histerias, espalhou-se e disseminou-se pelos múltiplos corpos da cidade
Melancolia de Ozymandias Christian Dunker
O tema da morte e do luto é o mote para o começo do diálogo mensal, neste espaço, entre o filósofo Vladimir Safatle e o psicanalista Christian Dunker
Libido não tem gênero Gilson Iannini
Ao afirmar que a pura masculinidade e feminilidade são construções teóricas incertas, Freud já estava combatendo as tautologias conservadoras de hoje
Sexualidade: enigmática! Até mesmo traumática! Mas abusiva, não! Márcia Rosa
Ainda que necessários, movimentos como o #MeToo e o francês #BalanceTonPorc correm o risco de generalizar a ideia de que o homem é sempre um predador sexual
A invenção da maternidade Maricia Ciscato
Do “abismo sob os pés” aos cuidados excessivos, a busca de contornos na relação com o filho recém-nascido impõe um exercício de transformação para a mulher
Dossiê | O feminino de ninguém Ana Lucia Lutterbach
O debate em torno das questões políticas sobre as mulheres e as incidências do gozo feminino na cama, no discurso, na luta e em todo movimento dos corpos




