“Já fui mulher, eu sei”: infância, dependência e misoginia. Marília Velano
A relação de cuidado que se estabelece em uma análise reanima os fantasmas mais remotos da experiência de dependência: uma quantidade enorme de mulheres invisíveis povoa um consultório de psicanálise
A alegria de se esconder e o desastre de não ser encontrado: o amor na cultura digital Marília Velano
A alegria de se esconder e o desastre de não ser encontrado é um dos paradoxos mais bonitos da teoria winnicottiana.
A domesticação da psicanálise Vladimir Safatle
O maior inimigo da psicanálise é ela mesma. É apenas tendo consciência disso que ela pode ser fiel a si, fiel a seu impulso gerador.
A engenharia do eu: redes sociais e a construção da subjetividade contemporânea José Alberto Roza
Do Orkut à hiperconectividade: o nascer da subjetividade digital Há um eco recorrente nas redes sociais brasileiras: o burburinho sobre a possível volta do Orkut, marcado por nostalgia de uma era digital de comunidades vibrantes e autodescoberta. Para mim, esse tema tem um significado especial. Em 2009, quando o Orkut começava seu declínio frente … Continue lendo “A engenharia do eu: redes sociais e a construção da subjetividade contemporânea”
Meu brinquedo: nada machuca, nem cansa Marília Velano
mulheres adultas voltaram a brincar de boneca, homens adultos jogando vídeo game e crianças usando o celular
O bebê reborn e a falsolatria: um sintoma do presente e um presságio do futuro Jean Wyllys
O bebê reborn, ao ser inserido em enredos performados por seus donos nas mídias sociais, revela-se não só como fetiche, mas também como prenúncio de um futuro em que a alteridade será domesticada, neutralizada ou anulada
A Lésbica não existe. Inventa. Ex-siste. Anna Cecília Fernandes, Barbara Cristina Souza Barbosa, Flávia Ripoli Martins e Joana Manassés Penteado
Teria o discurso lésbico algo a dizer à psicanálise?
O eixo das babás no enredo da sexualidade Alessandra Affortunati Martins
Enquanto o registro da violência perpassa a experiência de mulheres, nomeada como abuso, assédio ou estupro, a de meninos pequenos com mulheres é narrada em voz ativa, como se estes fossem agentes precoces e desbravadores sexuais
Pornografia e eletrodomésticos Marcelo Veras
Será que podemos marcar a cultura de nosso tempo como pornográfica? Ou, ao contrário, estamos vivendo um momento em que cada um, reduzido a ser um consumidor de sua pílula diária de pornografia doméstica, se enlaça em uma adição sem dealers?
Design da subjetividade Marcia Tiburi
O eu delivery entre anatomopoder e psicopoder





