Feminismo negro: corpos e vozes em movimento Carolina dos Santos Bezerra Perez
A força e potência do feminismo negro é que ele aponta possibilidades outras de posicionamento teórico e epistemológico a corpos que historicamente sempre estiveram a serviço do trabalho braçal, do cuidar, do limpar e do servir
Mulheres da floresta Ana Euler e Lylian Rodrigues
O movimento das mulheres na floresta é o cuidado. Mas não o cuidado tenro e sim o cuidado vigoroso de quem luta e batalha, se precisar
A violência do essencialismo e do universalismo: o que define uma mulher? Lilyth Ester Grove
É a violência cotidiana que afeta nossos corpos que nos mobiliza ao transfeminismo
As nossas mestras: mulheres que abriram caminho nos estudos feministas e de gênero Ana Euler e Lylian Rodrigues
Esta é uma conversa que atravessa gerações e não pretende dar conta da totalidade de vozes dissonantes que compõem as teorias feministas e de gênero
dossiê Foucault e as formas jurídicas | Apresentação Ernani Chaves
A contribuição deste dossiê segue um duplo movimento: o de uma leitura rigorosa de um pensador muitas vezes tragado por modismos e leituras rápidas e o de contribuir para que esse pensamento continue vivo
Punição, poder e sociedade em Michel Foucault: para além de “Vigiar e punir” Marcos César Alvarez e Jade Gonçalves Roque
Nos inúmeros escritos de Foucault a respeito das práticas punitivas, encontramos novos modos de formular problemas e perspectivas analíticas, e não modelos abstratos aplicáveis a qualquer lugar e situação
A verdade e as formas políticas Marcelo Raffin
O que fica implícito no jogo que Foucault instaura entre práticas sociais, domínios de saber e sujeitos produzidos é o tema da verdade ou, melhor, o de uma “política da verdade”
A gestão dos ilegalismos como fundamento dos sistemas punitivos Eduardo Neves Lima Filho
A construção da delinquência corresponde à criação de um meio delinquente no interior das massas populares, estigmatizando um núcleo de pessoas que seriam os titulares exclusivos dos comportamentos ilegais
Como nos tornamos uma sociedade punitiva? Alexandre Filordi de Carvalho e Carlos Eduardo Ribeiro
Foucault queria resolver o enigma de uma sociedade que se tornaria punitiva ao ter escolhido o encarceramento como modo, quase exclusivo, de punir: o criminoso é a resposta ao enigma; ele é a constante antropológica forjada
O pesadelo da normalidade Redação
Coordenado pelo psiquiatra Paulo Amarante, um dos pioneiros da reforma psiquiátrica brasileira, este dossiê recupera o arcabouço histórico e os desafios atuais dessa luta ainda inacabada





