“Mamãe, o ‘monstro’ vai me comer” Direito & Linguagem | Paulo Scott
O discurso da redução da maioridade penal vai ao encontro da missão de tornar os jovens negros das periferias ainda mais estigmatizados (e estigmatizáveis), ainda mais alvos-confirmados na eleição dos inimigos-‘monstros’ do Estado e da dita sociedade dos homens de bem
Um chicote chamado direito pressuposto Direito & Linguagem | Paulo Scott
A contratualidade de ética colonial que sustenta o direito pressuposto brasileiro é bancada pelo medo que projeta sobre as almas de todas as pessoas que, em cenário adverso, precisam sobreviver
“Valores-jangada” e a Constituição Direito & Linguagem | Paulo Scott
Não é incorreto dizer que uma constituição é palco onde são travadas guerras de palavras desencadeadas justamente pelas diversas interpretações que serão sequentes à sua existência
O triste afeto da conciliação Direito & Linguagem | Paulo Scott
O fascismo no Brasil do século 21 não é mais do que uma fina camada de fuligem tóxica se precipitando sobre o topo da montanha-entulho formada pelas violências do racismo e do escravismo
Farda e “voucher de branquitude” Direito & Linguagem | Paulo Scott
Para além da questão da sobrevivência financeira, tornar-se policial pode acabar, pela própria subalternização operada pela linguagem do racismo, revelando-se “tática” que habilita um melhor posicionamento na grande arena de nosso capitalismo dependente impregnado de lógica escravista e insuperáveis desigualdades
A fala falha, a bala fala Direito & Linguagem | Paulo Scott
Precisam ser revistos os parâmetros de universalidade e respeitabilidade social e toda a linguagem que sustenta nosso direito da morte – a paixão destrutiva do racismo as unifica em seus núcleos sociais de privilégio com reflexo no exercício do poder institucional de que, eventualmente, participem
O STF como novela Direito & Linguagem | Paulo Scott
O racismo estrutural não se realiza sem o racismo institucional, escancarado, por exemplo, nos aparatos de segurança, na filosofia institucional de opressão que estigmatiza a pessoa negra e indígena e depois a elege como “monstro” eliminável





