Ver e não ver a catástrofe: Notas sobre a fragmentação Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio-Yatzimirsky

Living under the rubble. Sem metáfora. A vida é bombardeada, e os restos mortais espalhados, há corpos nos escombros. A arqueologia do horror e o presente aqui não são hipérboles. Os azulejos de Adriana Varejão são impossíveis depois das cenas de Gaza

Abjeção: A construção histórica do racismo – Introdução aberta Berenice Bento

Não se trata apenas da exclusão de pessoas negras como indivíduos, mas de uma população que é observada sob o signo do abjeto.

De que são feitos os vínculos comuns? Welington Andrade

“O que só sabemos juntos”, em cartaz no Tuca até o próximo domingo dia 18 de agosto, é um exercício cênico que bordeja o além e o aquém do teatro, não se satisfazendo em simplesmente mediar tais opostos e assumir a posição de fiel da balança

Sobre “Orlando”, de Paul Preciado: O corpo a um toque de se transformar. Pedro Pennycook

Preciado problematiza o regime narrativo ao entremear trechos do romance a episódios das personagens reais que os enunciam.

Da arte de fulgir iluminuras Welington Andrade

A chave do teatro, para as quatro intérpretes de Das paredes, também abre as portas da música, da performance e da poesia, e não franqueia o acesso a nenhum resultado da razão. Todas em cena sabem, como Paulinho da Viola, que “ninguém pode explicar a vida num samba curto”

Para cumprir os ODS, o Estado brasileiro precisa parar de matar pessoas negras Natália Carneiro

Só será possível, chegar nos objetivos da agenda 2030 quando pessoas negras do Brasil possam viver plenamente seus direitos, e quando nossas crianças e jovens poderem brincar sem o medo de terem suas vidas ceifadas

O ladrão e o genocida Marcio Sotelo Felippe

Judeus e comunistas na Alemanha de Hitler e na Itália de Mussolini; idosos, doentes ou “não atletas” no Brasil de Bolsonaro são as vítimas do projeto fascista brasileiro

A vida, um abrir de cortinas, cortinas por onde, jamais cortinas contra: um ano sem Zé Celso Diana Junkes

Aos poucos é importante mergulhar neste processo de luto, finito, completo. Mas o luto é tão vago e múltiplo para uma poeta, uma crítica literária que está longe de ser psicanalista.

Schopenhauer, Borges e Guimarães: Diálogos interculturais Caio Liudvik

Borges tinha dileção pelos metafísicos que pensam de maneira contraintuitiva como Schopenhauer. O seu “programa fantástico-idealista” tem esse mesmo espírito: a “irrealidade”

Descriminalização da maconha: vinho novo em odre velho Marcio Sotelo Felippe

Há muito pouco a comemorar na decisão do STF que descriminalizou a posse da maconha.

Fevereiro

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