Joan Miró
O pintor espanhol surrealista Joan Miró ganha mostra no museu Tate Modern (tate.org.uk), em Londres, até 11 de setembro. Dentre as maisde 150 obras expostas, entre desenhos, pinturas e esculturas, estão cinco trípticos (quadros pintados sobre três tábuas) de mais de 10 metros de comprimento cada, expostos em conjunto pela primeira vez.
Ser ou não ser
Revolução feminista, neoliberalismo e globalização deslocaram o lugar do jovem na sociedade atual
Jon Lee Anderson: ‘A imprensa mundial está sob pressão’ Marcos Flamínio Peres
De passagem no Brasil, o jornalista compara Saddam e Gaddafi e diz que o crescimento da China põe em risco a livre expressão
Uma mente em chamas Luís Antônio Giron
Ludwig Wittgenstein marcou o século 20 com suas reflexões sobre lógica e linguagem e com um temperamento que ressuscitou a figura do gênio romântico
Continuidade e descontinuidade na filosofia de Wittgenstein
Tractatus logico-philosophicus e Investigações filosóficas marcam duas fases distintas da obra do pensador austríaco, mas têm como propósito subjacente mostrar que os grandes problemas da filosofia tradicional permaneceram irresolutos por séculos porque eram desprovidos de significado Michael Wrigley No prefácio do Tractatus logico-philosophicus, o seu autor de 29 anos declarou modestamente que a verdade … Continue lendo “Continuidade e descontinuidade na filosofia de Wittgenstein”
De Bastide a Aleijadinho Gilda de Mello e Souza
A filósofa Gilda de Mello e Souza escreve sobre Roger Bastide e a arte barroca brasileira
O filósofo e o detetive
Wittgenstein procurou criar uma linguagem científica perfeita, mas sua investigação obsessiva de um filosofia transparente, que eliminasse qualquer tipo de paradoxo, assumiu ironicamente as cores dos enredos policiais, como nos romances de Philip Kerr e Jerome Charyn ou no ensaio do filósofo João da Penha que publicamos em seguida João da Penha Falemos apenas disto, … Continue lendo “O filósofo e o detetive”
Cabeças frescas
Expoentes da história da filosofia, Kant, Schelling, Fichte, Hegel e Marx produziram parte importante de suas obras até os 30 anos de idade





