A potência da crueldade: A origem inexplorada Antonio Trevisan
A pulsão de apoderamento, uma força cuja gênese não se reduz ao princípio do prazer
Crueldade, promessa e perdão marília velano
Um diálogo entre Freud e Winnicott, mediado pela dimensão fundante da experiência humana
Da crueldade necessária Gustavo Dionísio
Para além do binarismo destruição/prazer
Sobre Winnicott, a agressividade de cada dia e a criação de espaços para viver Rodolfo José Fenille Ferraz
A expressão da crueldade, elemento central na constituição do indivíduo no mundo e na criação do mundo pelo indivíduo
Experiências cênicas do gesto cruel no psicoboxe Lionel Raufast (tradução de William Zeytounlian )
As formas pelas quais a crueldade se manifesta na transferência e impõe desafios éticos e técnicos à escuta psicanalítica
Entrelinhas em álbuns de família Mapa | Felipe Franco Munhoz
Mapa: Autores e livros inéditos no Brasil | Özge Baykan Calafato, Turquia, “Making the Modern Turkish Citizen: Vernacular Photography in the Early Republican Era” [Formando o cidadão turco moderno: Fotografia vernacular no início da era republicana]
Da fotografia vernacular à inconfiável Felipe Franco Munhoz
a estranheza de um futuro (próximo – e já se concretizando) sem confiança em registros que seriam evidência: que comprovavam os fatos, trazendo segurança para nós: uma fotografia, por exemplo
As coisas que pedem tempo Felipe Franco Munhoz
Em O fotógrafo, de Cristovão Tezza, a trama (edificada sobre uma Curitiba real) é definida por um narrador que troca a cada “fotograma” seu personagem em foco
Berlim, 1921, Maria & Raif Felipe Franco Munhoz
O material tem ares de ficção: cenários minuciosos, longas e elaboradas falas reproduzidas, digressões; e é implausível que, como se declara, tivesse sido formulado em 24 horas: sob o impacto de um choque, para devassar os bastidores de uma paixão de outrora
As montanhas de longe e as rochas de perto Victor Kutz
“Ainda que se esqueça da sua mãe, jamais se esqueça da língua materna”, apregoa o poema “Mandamento para o meu filho”, da armênia Silva Kaputikyan, presente no livro, indicando um espelhamento entre os pares imagem-poema e terra-idioma





