Guerra, juventude e América

O resto do mundo atualmente vê os EUA como um agressor horrível, mas a juventude do país está tentando, com toda a força, mudar essa situação Guerra é um difícil tema para o debate. É o tipo de assunto que toca sempre na mais profunda das emoções. Ao menos nos Estados Unidos, isso é uma … Continue lendo “Guerra, juventude e América”

As idéias generosas do Norte

A filosofia política produzida nos EUA criou teorias preocupadas com os problemas internos a respeito de direitos individuais e problemas externos de relacionamento com os que não vivem segundo os padrões modernos do Ocidente Quando as tropas dos Estados Unidos deixaram o Vietnã, o cartunista Henfil fez uma tira em quadrinhos na qual, no primeiro … Continue lendo “As idéias generosas do Norte”

Foucault, um pensador político

O anarquismo saiu dos chavões que marcavam seu século e quase meio de idade para ter um pensamento talvez não exatamente seu, mas bastante próximo disso Renato Janine Ribeiro Michel Foucault foi um pensador de muitas faces. Nós, de filosofia, gostamos de puxá-lo para nosso lado, mas ele teve forte impacto no Direito, na História, … Continue lendo “Privado: Foucault, um pensador político”

Uma questão para o futuro

De que maneira as futuras gerações dialogarão com a cultura japonesa no Brasil?      Trezentos anos atrás, um grupo formado por centenas de japoneses decidiu abandonar o Japão, insatisfeito com o regime político vigente na era pós-samurai. O local escolhido foi um país do Sudeste Asiático. Tailândia? Filipinas? Indonésia? Não se sabe. Da mesma forma … Continue lendo “Uma questão para o futuro”

Dias circulares

Na São Paulo dos anos 60, a dimensão pública da poesia era afirmada em lançamentos, debates e leituras; lia-se em voz alta, uns para os outros, em teatros, casas noturnas, ruas e praças Houve “geração 60” de poetas paulistas? Em caso positivo, como se relacionava com a cidade? São Paulo estava presente em sua poesia? … Continue lendo “Dias circulares”

Ouvindo a canção do vento

Nos romances de Haruki Murakami, as personagens são pessoas comuns no mundo cosmopolita do Japão atual.   De pouco adiantou os pais de Haruki Murakami, ambos professores de língua e literatura japonesa, tentarem incutir no filho o gosto pelos autores tradicionais de seu país: desde cedo seu interesse se voltou aos autores ocidentais, em particular … Continue lendo “Ouvindo a canção do vento”

São Paulo e o modernismo

As vanguardas de um modo geral louvaram em verso e prosa a chegada da modernidade na paisagem urbana Serafim Ponte Grande, personagem principal do polêmico romance de Oswald de Andrade, publicado em 1933 e escrito na década anterior, em toda a vida tinha amado apenas a amante Dorotéia e a cidade natal. São Paulo, ao … Continue lendo “São Paulo e o modernismo”

Um morto contra a morte

Lacan é como o Cristo que fala por parábolas, para que, nesse caso, tendo ouvidos para ouvir, não ouçam aqueles que não merecem.   Jacques Lacan (1901 – 1981) – assim o imagino com admiração, mas jamais poderei estar inteiramente seguro – pretendia denunciar a repetição monótona das interpretações correntes. Do pensamento de Freud, os … Continue lendo “Um morto contra a morte”

As ondas políticas

O bom governante deve entender que está sempre em alto-mar Shakespeare encena Maquiavel. Próspero, d’A Tempestade, executa uma coreografia política pensada a partir das lições d’O Príncipe. A representação teatral do inglês é espelho privilegiado da política do florentino. No início da peça, Próspero é o legítimo Duque de Milão, lendo em sua biblioteca e … Continue lendo “As ondas políticas”

Arqueologia do campo

Uma onda conservadora se coloca na atualidade; existem novas pressões hoje para que a psicanálise seja uma prática estritamente médica, de forma que mesmo os psicólogos que a exerçam sejam tutorados por médicos na sua prática clínica.   A introdução da psicanálise no Brasil não se confunde absolutamente com a sua institucionalização, se definirmos essa … Continue lendo “Arqueologia do campo”

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