Marília Garcia e sua ilha de edição Irineu Franco Perpetuo
“Pensar com as mãos” destina-se a quem se interessa não apenas pelo produto final da literatura, mas também pelos meandros da criação
No arquivo da escravidão, na pasta amarela de Pizarnik e em outros lugares Carolina Azevedo e Victor Kutz
um giro por recentes destaques do circuito literário
Liberdades ao redor Alessandro Araújo
Prisão perpétua e outros escritos desvela ritmos e dissonâncias de nós – em crítica e vivência de liberdades substanciais
Tati Bernardi: de boba da corte a escritora trágica Alessandra Affortunati Martins
Qual é a relação entre o bobo da corte e o Belo? Em A boba da corte (Todavia, 2025), Tati Bernardi a revela em várias partes.
Nunca houve inocência Pedro Meira Monteiro
Livro de Débora Ferraz é um espelho por meio do qual o leitor é convidado a olhar para a “mediocridade organizada”
A delícia dolorida de Cantagalo Ligia Gonçalves Diniz
Obra explora a tensão instalada pelas ambiguidades de uma sociedade que erradicou a escravidão, mas mantém o racismo por vias menos formais
Entre silêncio, palavra e delírio Victor Kutz
“A literatura deve abrir possibilidades para refletirmos sobre acontecimentos passados e presentes a partir das experiências, dores e heranças vividas”
Pensar a solidão e a finitude Ubiratan Brasil
Krishna Monteiro manobra o cotidiano e descreve a ruptura inesperada de uma vida aparentemente banal
Novas formas de contar e a pulsante paisagem sonora em “Carlabê” Ana Lima Cecilio
Ruidoso como o centro de São Paulo, o romance de Isabela Noronha deixa a sensação gritante de que sempre há mais por trás da paisagem humana cotidiana
Ordem e desordem na poesia de Agustoni Dirce Waltrick do Amarante
Prisca Agustoni parece dialogar com Lispector quando escreve que deseja “ser floresta/ apesar da rigidez dos ossos// e verdejar o mundo/ nem que seja na linguagem”.




