Tati Bernardi: de boba da corte a escritora trágica Alessandra Affortunati Martins

Qual é a relação entre o bobo da corte e o Belo? Em A boba da corte (Todavia, 2025), Tati Bernardi a revela em várias partes.

Nunca houve inocência Pedro Meira Monteiro

Livro de Débora Ferraz é um espelho por meio do qual o leitor é convidado a olhar para a “mediocridade organizada”

A delícia dolorida de Cantagalo Ligia Gonçalves Diniz

Obra explora a tensão instalada pelas ambiguidades de uma sociedade que erradicou a escravidão, mas mantém o racismo por vias menos formais

Entre silêncio, palavra e delírio Victor Kutz

“A literatura deve abrir possibilidades para refletirmos sobre acontecimentos passados e presentes a partir das experiências, dores e heranças vividas”

Pensar a solidão e a finitude Ubiratan Brasil

Krishna Monteiro manobra o cotidiano e descreve a ruptura inesperada de uma vida aparentemente banal

Novas formas de contar e a pulsante paisagem sonora em “Carlabê” Ana Lima Cecilio

Ruidoso como o centro de São Paulo, o romance de Isabela Noronha deixa a sensação gritante de que sempre há mais por trás da paisagem humana cotidiana

Ordem e desordem na poesia de Agustoni Dirce Waltrick do Amarante

Prisca Agustoni parece dialogar com Lispector quando escreve que deseja “ser floresta/ apesar da rigidez dos ossos// e verdejar o mundo/ nem que seja na linguagem”.

Os estranhos e maravilhosos frutos de uma árvore chamada Evandro Affonso Ferreira Marcelo Ariel

Em “Vez em quando, Billie Holiday”, de .Evandro Affonso Ferreira, as pedras de toque da filosofia se convertem em sementes que brotam de uma árvore frondosa que cresceu no árido da Litterae Brasilianae chamada João Guimarães Rosa

A morte da carne, da memória e da verdade Aurora Bernardini

Já que não é possível voltar ao passado e (tanto menos) remediá-lo, que fique ao menos lembrado, que se torne poesia, que se torne História

O reino da doença Fernanda Bastos

A doença como condição, tema de Casa de família, se desdobra na enfermidade como metáfora

TV Cult