Eliane Potiguara: Antes que tudo em mim se transforme em morte Alberto Pucheu
A poeta e pensadora indígena feminista é uma sobrevivente da luta política pela afirmação das mulheres indígenas e da vida dos povos originários
Hilda Hilst: As faces espelhadas de Eros Eliane Robert Moraes
O desejo de se arriscar em projetos textuais ainda mais ousados norteou a fase final da escrita hilstiana
Maura Lopes Cançado: Os loucos parecem eternos Heitor Ferraz Mello
A literatura enredada de Maura Lopes Cançado, escritora mineira que passou vários anos internada em hospícios do Rio de Janeiro
Ruth Guimarães: Centenário de uma pioneira Joaquim Maria Botelho
Nem sempre os escritores são, como pessoa, tão relevantes quanto os seus textos. De Ruth Guimarães pode-se dizer que era
Orides Fontela e a filosofia Marilena Chaui
A poesia nasce de uma profanação e por isso seu nascimento se dá no mundo do sagrado como violência que traz o ser onde só havia o nada
Stella do Patrocínio: Vozes subterrâneas Paulo Henrique Pompermaier
“Nega, preta, crioula”, a poeta Stella do Patrocínio atravessou com sua fala a própria condição social, a vida no hospício e o precipício humano
Apresentação | especial Ficções do feminino na literatura brasileira Redação
O especial Ficções do feminino na literatura brasileira reúne nove textos, publicados anteriormente em edições diversas, que cobrem o período de 2015 a 2023, sob a ótica do amplo espectro irradiado pela escritura feminina em terras brasileiras: a poesia de Ana Cristina Cesar, Eliane Potiguara, Orides Fontela e Stella do Patrocínio e a prosa de Clarice Lispector, Hilda Hilst, Maura Lopes Cançado e Ruth Guimarães
Clarice Lispector: A teia sutil de uma poética feminista Rita Terezinha Schmidt
Trajetórias das personagens de Clarice oscilam em movimentos de resistência, submissão e transgressão, num aprendizado doloroso de autoconsciência e percepção do mundo
especial Chile, 11 de setembro de 1973 | Apresentação Redação
Coordenado pela socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes, esse especial revisita os dias de tensão e incerteza de um país sob estado de sítio, mas também recupera a memória de um Chile que construía uma experiência de socialismo democrático
Chile, 11 de setembro de 1973 Maria Lygia Quartim de Moraes
O país que fora “el asilo contra la opresión” para milhares de exilados políticos sul-americanos mostrava a outra alternativa cantada no seu hino: agora era “la tumba de los libres”





