Por uma sociedade sem manicômios: Os 25 anos da Lei 10.216 Victor Kutz
O movimento antimanicomial, seus desdobramentos e os motivos pelos quais a reforma psiquiátrica é uma luta que acontece até hoje
Das grades à cidade, da uniformidade à singularidade José Alberto Roza
O cuidado em liberdade, proposto pela Lei 10.216/2001, estabelece que o tratamento da loucura acontece preferencialmente em serviços comunitários, reservando o hospital apenas para crises quando recursos extra-hospitalares se mostram insuficientes
Residências terapêuticas, cidade e loucura Ianni Régia Scarcelli
Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, a Reforma Psiquiátrica no Brasil recoloca a cidade no centro do debate
Saúde mental e economia popular e solidária Ana Luisa Aranha e silva
Uma reparação inadiável: a implantação da Bolsa Reabilitação, ou Bolsa Trabalho, cria jurisprudência para acesso a benefício social permanente e perene
Onde estão os loucos hoje? Políticas, dispositivos e desafios contemporâneos Sônia Barros (com colaboração de João Mendes)
Reconhecendo a necessidade premente de expansão dos serviços, é preciso destacar que o Brasil conta com a maior Rede de serviços públicos de saúde mental no mundo
A luta antes da lei e o panorama dos 25 anos Ana Pitta
Em 1982, havia 98 mil leitos psiquiátricos contratados no país, 42 mil apenas no estado de São Paulo
Violência contra a mulher circula por todo o espectro político Carolina Azevedo
A ausência de mulheres em espaços como o Congresso Nacional, o Senado, o STF e em cargos do Poder Executivo perpetua um ciclo de violência que percorre todo o espectro político brasileiro
O ódio como método: Misoginia, plataformas e políticas de morte Larissa Pelúcio
A machosfera é um ecossistema digital transnacional em que frustrações individuais são convertidas em ressentimento coletivo e a misoginia se transforma em linguagem política
O ódio conectado: Corpos, algoritmos e as guerras digitais contra as mulheres Bruna Camilo
Na contemporaneidade, marcada pela centralidade das tecnologias da informação e da comunicação, a misoginia encontra no ambiente digital um campo privilegiado de atuação
IA, misoginia algorítmica e os limites do consentimento Beatriz Accioly Lins
A IA introduz uma combinação inédita de velocidade, facilidade, dimensão e anonimato, transformando a alteração de imagens em prática banal, automatizada e massificada





