O historiador do futuro terá que mirar ainda mais ao passado Rafael R. Ioris
Entraremos ainda mais no túnel do tempo revivido hoje com teores fascistas ou os clamores pelo fim do maior pesadelo da história recente terão resultado?
A liberdade do espectador Laura Erber
A lógica jurídica adotada pelo fanatismo político-religioso reduz a arte a um campo potencial de infrações
“Apesar de”: o valor do trabalho de intelectuais e artistas na era do coronavírus Alessandra Affortunati Martins
A sobrevivência de artistas e intelectuais, hoje, implica em converter a aura do gênio em mercadoria
Saúde pública no Brasil, ontem e hoje Rafael Mantovani
Da “revolta da vacina” à pandemia do novo coronavírus, a desigualdade no cuidado entre ricos e pobres é corrente na vida dos brasileiros
Não poder errar Tarso de Melo
O preço político daquele “ainda bem”: quando Lula erra, até Mano Brown tem que pagar
O buraco negro e o índio Ademir Assunção
Que direito os mais velhos têm de projetar profecias do fim do mundo sobre os mais jovens?
‘A peste’ e o recomeço do olhar Raphael Luiz de Araújo
Como o clássico de Albert Camus sobre uma epidemia na cidade de Orã, na Argélia, nos ajuda a olhar para a Covid-19
Necrotério Brasil: um país insepulto Antonio A. R. Ioris e Rafael R. Ioris
Se as aparências não nos enganam, Bolsonaro e seus generais-tutores parecem estar satisfeitos em sua aliança funesta
A atualidade de Henrik Ibsen Dirce Waltrick do Amarante
Os teatros estão fechados no Brasil, mas a encenação de ‘Um inimigo do povo’, de Ibsen, é oferecida diariamente a nós, espectadores em quarentena
A celebração da necropolítica do governo: de Antígona à desesperança dos bárbaros Diana Junkes
Nós, os bárbaros, não temos força (ou coragem ou meios) para desafiar o edito de Creonte, como Antígona o fez um dia para enterrar o irmão





