Resultados para: racismo
O reino da doença Fernanda Bastos
A doença como condição, tema de Casa de família, se desdobra na enfermidade como metáfora
O mau selvagem de Oswald Victor Kutz
Com o bom humor característico, Lira começa esclarecendo: “É ‘Oswáld’ que se pronuncia”, com a segunda sílaba acentuada, como defendia Antonio Candido em um famoso artigo publicado em 1982 na Folha de S.Paulo
“A quem interessa a liberdade de mentir?” As novas diretrizes da Meta nas relações internacionais e na comunidade LGBTQIA+ Victor Kutz
O professor de direito da Unifesp Dan Rodrigues Levy e o jornalista Jamil Chade comentam as consequências das novas diretrizes da Meta
Os extremistas estão na sala de jantar Ivana Bentes
O filme Ainda estou aqui nos lembra que precisamos de um Manual da Guerrilha Afetiva para restituir um tecido social esgarçado e polarizado. Podemos imaginar Eunice Paiva tendo que conversar com os golpistas do 8 de janeiro?
Luiz Melodia: “O retrato do artista quando coisa” Victor Kutz
“A coloquialidade dos versos livres ou rimados de Luiz Melodia são os ecos da poesia dos anos 1970 de Waly Salomão e Torquato Neto.”
Egana Djabbarova: “Ao escrever poemas, você não pode ignorar a realidade” Carolina Azevedo
Nascida na Rússia em 1992, em uma família de imigrantes azerbaijanos, Egana Djabbarova é um nome emergente da poesia contemporânea em língua russa. Na coletânea Rus bala (“criança russa”, em azeri), publicada neste ano pela editora Ars et Vita, com tradução de Maria Vragova e Prisca Agustoni, a poeta denuncia a postura imperialista da Rússia de Vladimir Putin, cujo governo hostil à população LGBT forçou-a ao exílio
“Quem ama não mata” Miriam Grossi
As formas de busca de justificação social das razões que levam homens a matar “suas mulheres” não mudaram muito ao longo do tempo
O moto-contínuo do teatro Welington Andrade e Carolina Azevedo. Fotos: Bob Sousa
Uma atriz reencontra uma personagem emblemática da história da dramaturgia que aspira a ser atriz
Experiência e legado das mulheres artistas do Surrealismo Ana Carolina Salvi
suas expoentes encontraram uma fuga bem-sucedida das expectativas sociais burguesas em relação à “feminilidade ideal” centrada na família e no lar





