Mostra de cinema indígena, homenagem a Lélia Gonzalez e mais

Mostra de cinema indígena, homenagem a Lélia Gonzalez e mais
Cena do curta 'Para onde foram as andorinhas?', de Mari Corrêa, exibido neste sábado, na Unibes Cultural, em SP (Foto: Reprodução/Vimeo)

 

[Sarau] Coletivoz    

Todas as quartas-feiras, no Bar do Bozó, o Coletivoz se reúne para compartilhar manifestações culturais de coletivos da periferia, com a apresentação de poetas e rappers. Inspirados pelos textos do geógrafo Milton Santos, o grupo entende a arte como um agente transformador da sociedade. Nesta edição, promovem o lançamento do livro Ancestralidades – Escritores Negros, novas narrativas em verso e prosa, com escritores e escritoras de várias partes do Brasil.  

10/07, das 19h às 22h, no Teatro Espanca, rua Aarão Reis, 542, Centro (Belo Horizonte – BH). Grátis. Saiba mais aqui. 

[Teatro] Os Saltimbancos

A obra clássica do teatro brasileiro é apresentada em uma nova montagem, homenageando os 80 anos do dramaturgo Hugo Rodas, que dirige o espetáculo. O musical conta a história de um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata que decidem fugir de suas casas e se juntam para formar uma banda musical, misturando elementos de teatro, dança, circo e canções. Rodas reforça o aspecto humanístico da narrativa, que é conduzida pela união, fraternidade, empatia, sonhos e perseverança das personagens.

11/07 a 28/07, no CCBB Brasília, St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Asa Sul (Brasília – DF). R$15 a 30. Saiba mais aqui.

[Cinema] Mostra 20 x 1999

Durante as férias de julho, a Cinemateca Brasileira apresenta vinte filmes que completam 20 anos em 2019, abrangendo produções nacionais e internacionais que compõe em parte o acervo da instituição. A mostra proporciona a oportunidade de assistir no suporte original 35mm os longas-metragens que se tornaram bastante influentes para a linguagem e produção cinematográfica seguinte, como Magnólia e Clube da Luta.

Até 14/07, das 19h às 22h, Cinemateca Brasileira, largo Sen. Raul Cardoso, 207, Vila Clementino (São Paulo – SP). Grátis. Saiba mais aqui.

[Exposição] Através do Olhar 

São 90 obras de quatro fotógrafas negras e moradoras de bairros das zonas oeste e norte do Rio de Janeiro: Aparecida Silva, Fernanda Dias, Thaís Alvarenga e Valda Nogueira. Nas obras, aparecem a visão das artistas sobre suas origens territoriais (mostrando seus bairros e arredores) e étnicas (a partir de viagens realizadas pelo interior do Brasil), além de registros de paisagens urbanas, práticas culturais de comunidades quilombolas, indígenas, catingueiros e pescadores, valorizando a memória e as formas de resistência desses grupos.

A partir de 12/07, das 9h às  20h30 (sáb., dom. e feriados 9h às 17h30), no Sesc Madureira, rua Ewbank da Câmara, 90, Madureira, Rio de Janeiro – RJ). Grátis. Saiba mais aqui. 

[Cinema]  Mostra ISA 25 anos de Cinema Socioambiental

Parte das comemorações dos 25 anos da fundação do Instituto Socioambiental (ISA), a mostra apresenta documentários e curta-metragens produzidos nos últimos anos sobre e pelos povos indígenas, muitos dos quais estão sendo exibidos pela primeira vez em tela de cinema. No sábado (13), são apresentados Para onde foram as andorinhas? Floresta Iluminada – energia limpa para os povos da Amazônia e, no domingo (14), Yarang Mamin: movimento das mulheres Yarang O jabuti e a anta.

13 e 17/07, das 20h às 22h, na Unibes Cultural, rua Oscar Freire, 2500 (São Paulo -SP). Grátis. Saiba mais aqui.

[Homenagem] Lélia Gonzalez Para Não Esquecer

O evento marca o encerramento do projeto de pesquisa “Hospedando Lélia Gonzalez (1935-1994)” e conta com a participação da Zezé Motta, ex-aluna do curso de Lélia sobre cultura negra na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, na década de 70. Ela participará de uma conversa com Keyna Eleison (professora e curadora), Elizabeth Viana (pesquisadora) e Raquel Barreto (historiadora). Também haverá performances e exposições de obras de arte e arquivos. 

13/07, das 16h às  22h, na EAV Parque Lage, rua Jardim Botânico, 414 (Rio de Janeiro – RJ) . Grátis. Saiba mais aqui.

[Música] Cantos do Brasil de Elsie Houston

O selo Goma-Laca, dedicado a descobertas e releituras de música brasileira, lança seu segundo disco, que homenageia a cantora e pesquisadora brasileira Elsie Houston (1902-1943). Com 20 temas do cancioneiro popular, o disco visita o livro Chants populaires du Brésil, de Elsie. Raro e  inédito no país, a publicação inclui modinhas, emboladas, temas do candomblé, chulas, tiranas, cocos, jongos, cirandas e temas indígenas. O show tem participação de Alessandra Leão, Marcos Paiva, Rodrigo Caçapa, das participação de Pastoras do Rosário da Penha, entre outros convidados.

13/07, às 21h, no Sesc Pinheiros, Rua Paes Leme, 195 (São Paulo – SP). R$9 a R$30. 

[Passeio] Caminhada São Paulo Negra

Da praça do metrô Liberdade ao Largo do Arouche, o grupo Diaspora.black (rede global de viagens e hospedagem focada na comunidade negra) junto com a Black Bird (plataforma de viagem e representatividade) organizam uma caminhada que revela os lugares importantes da cultura negra em São Paulo. Durante o itinerário, são ressaltadas figuras como a escritora Carolina Maria de Jesus, o advogado e jornalista Luís Gama e o arquiteto Joaquim Pinto de Oliveira.

13/07, das 15h às 18h, na Praça da Liberdade, 238, Sé (São Paulo – SP). R$ 50. Saiba mais aqui. 

[Teatro] Sonhos em Travessia: do Fluxo ao abandono

A partir da obra Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, o grupo Via Coletiva de Teatro propõe a pergunta “quantas histórias invisíveis cabem em uma metrópole?”. Das ruas ao teatro, as performances transformadas em dramaturgia dialogam sobre o limiar entre realidade e ficção no processo histórico de segregação espacial na cidade. A Via Coletiva de Teatro é um grupo que investiga a organização urbana afetiva da cidade de São Paulo através do teatro.

15/07, às 14h, na Oficina Cultural Mario de Andrade, rua Três Rios, 363, Bom Retiro São Paulo (São Paulo – SP). Grátis. Saiba mais aqui.

[Infantil] Contação de histórias indígenas

Durante as férias, o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP realiza atividades educativas voltadas ao público infantil e relacionadas aos povos indígenas. Na quarta (17), é a vez de Candido Mariano Elias e Rodrigues Pedro Terena, da Terra Indígena Icatu, no oeste do Estado de São Paulo, conduzirem oficinas, brincadeiras e rodas de contação de história. A faixa etária recomendada é dos 7 aos 15 anos de idade.

17/07, das 14h às 17h, no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, av. Professor Almeida Prado, 1466 (São Paulo – SP). Grátis. Inscrições pelo email educativo.mae@usp.br

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