Os bondes da história Carlos Guilherme Mota
Os ideais de 1968 permanecem vivos enquanto houver tamanha opressão da classe burguesa tacanha e do coronelato de gravatas Hermès compradas nos duty free
Dossiê – Perversão
Os perversos não são extra-humanos, mas demasiadamente humanos; definir a perversão é um paradoxo ético. Christian Ingo Lenz Dunker A perversão é uma das três grandes estruturas da psicopatologia psicanalítica. Ao lado da psicose e da neurose, ela representa um tipo específico de subjetividade, desejo e fantasia. Comparativamente, seu diagnóstico é mais difícil e … Continue lendo “Dossiê – Perversão”
Fenomenologia e estética Cristiano Perius
Para Merleau-Ponty, a arte possui um estatuto ontológico privilegiado ao dar acesso a uma percepção primordial do mundo
Os estudantes e a condição proletária Ruy Braga
As manifestações de 1968 devem ser compreendidas à luz da universalização e esgotamento do modelo fordista
Entrevista – Frédéric Worms
Considerado o maior especialista na obra de Bergson, Frédéric Worms é coordenador do Centre International d’Étude de la Philosophie Française Contemporaine e professor da École Normale Superieure, em Paris. Atualmente, é responsável pelo relançamento da obra integral de Bergson na França, sob o título Le Choc Bergson. Além da coautoria da biografia de Bergson, Worms … Continue lendo “Entrevista – Frédéric Worms”
Nuno Ramos: entre a matéria e a linguagem Ivan Marques
A arte híbrida e o pensamento sem fronteiras de Nuno Ramos
Corpo segundo Merleau-Ponty e Lacan Eran Dorfman
As relações tensas entre a fenomenologia e a psicanálise podem fornecer um novo papel para a filosofia?
1968, quarenta anos depois Elísio Estanque
Refletir sobre o significado de 68 na atualidade é prova de que seu espírito continua vivo
Merleau-Ponty: a obra fecunda Marilena Chaui
Em ensaio publicado na CULT 123, Marilena Chaui analisa o pensamento e a obra de Merleau-Ponty (1908-1961), que nascia há 110 anos
A batalha de Chicago Luiz Bernardo Pericás
O “agosto em Chicago” foi, com suas devidas proporções, o equivalente, na “América”, ao “maio de 1968” em Paris




