Humberto Werneck: “Não é impossível que nesse pós-Drummond algo me devolva à ficção” Redação

    O livro de contos Pequenos fantasmas, de Humberto Werneck, publicado pela editora Seja Breve – foi um dos livros resenhados na Cult de março. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro.   Os contos de Pequenos fantasmas foram escritos há décadas – e jamais publicados (à exceção de uma … Continue lendo “Humberto Werneck: “Não é impossível que nesse pós-Drummond algo me devolva à ficção””

Celebração da identidade e autocomemoração Welington Andrade

Édouard Louis deixa de promover a cultura da memória e da identidade – tão cara em sua literatura – para virar ele próprio um acontecimento, que inclui, problematicamente, sua autocomemoração

Wittgenstein e os limites da literatura contemporânea Marcelo Ariel

O escritor Marcelo Ariel comenta dois lançamentos recentes do filósofo austríaco-britânico Ludwig Wittgenstein

Anatomia da dor Welington Andrade

A instigação dessa experiência-limite, vencida aqui pela firmeza de propósitos, é dar forma à ferida inscrita no corpo e no espírito, desejando extrair dela alguma beleza

Gabriel Domingues, o diretor de elenco na corrida do Oscar por ‘O agente secreto’ Miguel Barbieri

Caso o Brasil seja o vencedor da categoria de melhor diretor de elenco, não é o diretor Kleber Mendonça Filho nem o elenco de ‘O Agente Secreto’ quem subirá ao palco do Dolby Theatre, em Hollywood. É o carioca Gabriel Domingues

Teatro, jogo e evanescência Welington Andrade

Espetáculos como “A carta” lutam de forma luminosa contra a opressão, deixando que falem no palco inúmeros silêncios. Seja o silêncio da bisavó, após escrever a última linha de sua missiva; seja o silêncio de Joana D’arc diante do tribunal da Inquisição

Da violência e de suas histórias Welington Andrade

No centro do palco, dois corpos masculinos fracassam ao tentar se relacionar exclusivamente pela via da afetividade íntima – porque esta está condicionada não somente pelo problema das classes sociais como também por questões geopolíticas

Paisagens psíquicas na peça Autobiografia do vermelho Felipe Franco Munhoz

“Reconheci a fonte das imagens de Carson; com isso, vivi uma experiência proustiana de transporte para o meu passado no teatro, seus temas e pesquisas formais”

“De que serve uma história que não tenha dragões venenosos?” Welington Andrade

“Aqui vai meu conselho, mantenham. Mantenham a beleza do que estão fazendo. Beleza é Verdade e pronto”

Ney Anderson: “Recife é a cidade mais assombrada do Brasil. Só consigo escrever tendo o Recife como epicentro da loucura e do incômodo.” Carolina C. Sena (estagiária)

    O livro de contos Apocalipse todo dia, de Ney Anderson, publicado pela editora Patuá – foi um dos livros resenhados na Cult de março. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro.   Em Apocalipse todo dia, o único personagem recorrente em todos os contos é a cidade do Recife. … Continue lendo “Ney Anderson: “Recife é a cidade mais assombrada do Brasil. Só consigo escrever tendo o Recife como epicentro da loucura e do incômodo.””

TV Cult