André Mendonça e o imperativo da ingratidão
Enquanto tinha funções de ministro de Estado da Justiça, Mendonça não se furtou ao papel de cão de guarda de Jair Bolsonaro, desses que mordem ou ameaçam o incauto que se atrever a divergir, criticar o insultar o presidente
O dia em que a CPI chegou ao laboratório do Dr. Mengele
Com a CPI da Covid nessa semana, descobrimos o que convicções políticas dogmáticas e sectárias fazem com as vidas que lhes foram confiadas: tratam-nas como experimentos grotescos
Que sentimentos Lula nutre pelas ditaduras de esquerda?
Lula e o PT nem de longe representaram qualquer ameaça à democracia brasileira
Vigilantismo e linchamentos digitais
O linchamento digital é um peculiar processo em que só duas coisas são necessárias: a acusação e a punição. Acusações não precisam ser verdadeiras, apenas verossímeis
Ler Marighella Vladimir Safatle
Agora que o Brasil começa enfim a ver Carlos Marighella, podemos esperar que ele comece a ler Carlos Marighella. Pois esse talvez foi, de todos o apagamentos a que foi submetido, certamente um dos mais brutais
Por que Bolsonaro continua pregando aos convertidos?
Quanto mais Bolsonaro fala e representa para os seus, mais se transforma em um suplício para a maior parte da população que já não confia nele nem o suporta
Há espaço para uma outra candidatura competitiva de direita?
Resta a Moro, como também a Ciro do lado da esquerda, tentar ser a segunda alternativa para os do seu espectro ideológico
Moro, o retorno do predestinado ao trono
Moro agora volta ao Brasil para se reconciliar com o que acredita ser o seu destino. Tem a sua filiação ao partido que conseguiu, o Podemos, na próxima quarta-feira (10/11)
Por que o negacionismo bolsonarista é a última etapa do crime de genocídio e deve ser penalizado? Patrícia Valim
O negacionismo histórico profissional é a última etapa do genocídio e do crime de lesa-humanidade, a governamentalidade que irá perpetuá-lo indefinidamente
O antibolsonarismo entre muralhas e pontes
Para o impeachment de Bolsonaro, além do Progressistas e de um pelotão de 200 deputados que garantem sua sobrevivência política, há uma considerável fratura na esquerda entre quem quer fazer pontes e quem quer reforçar as muralhas




