A morte é festa no Brasil de Bolsonaro Tales Ab’Sáber

Bolsonaro, como grande fascista que é, necessita da morte e do extermínio do outro como contraponto e como ponto de fuga de sua política

Exílio, vírus, verme Berenice Bento

Entre nós, o vírus tomou forma de gente. Ele tem dois olhos, uma boca, um nariz, gosta de rir alto e cospe sua saliva imunda

A linguagem neofascista brasileira Carlos Piovezani

Discurso de ódio, negacionismo, incitação à violência: os atos radicais de linguagem de Bolsonaro não podem ser subestimados

Decifrar o risco e recuperar a ética: a visão de Bolsonaro sobre a pandemia Duanne Ribeiro

Quando descreve a calamidade como uma “pequena crise” inflada pela “fantasia”, “neurose” e por “essa comoção toda”, Bolsonaro disputa os valores do risco

A aspiração e a oportunidade de um golpe militar hoje Tiago Medeiros

Não é que já haja um golpe em marcha. O que há são condições factíveis e agentes conscientes e interessados em sua execução

O autocrata não se explica, insulta Wilson Gomes

As latas de leite condensado que o presidente Jair Bolsonaro quer enfiar no rabo dos jornalistas estão em perfeita sintonia com o que ele é e deseja

A ética do silêncio na era Bolsonaro Tiago Medeiros

É preciso que a crítica ao presidente seja ligada à crítica institucional e ao repúdio às condutas de cumplicidade nos setores público e privado

Para além do impeachment Marcio Sotelo Felippe

Estamos morrendo no Brasil porque o grande capital quis um fascista na presidência da República, e porque o grande capital não quer tirá-lo de lá

O Estadão e a renúncia de Bolsonaro Wilson Gomes

Um jornal que escreveu que o 2º turno de 2018 era uma escolha muito difícil não pode fazer de conta que não tem responsabilidade pelo que saiu das urnas

Um sádico de massas ou populismo suicidário Ivana Bentes

Bolsonaro é um catalisador de toda uma mística popular brasileira messiânica, fatalista e violentíssima. Mas o capitão é, antes de tudo, um sádico de massas

TV Cult