Beatrice Monti della Corte: “deixei de lado a ideia de que o futuro pode ser muito pequeno” Victor Kutz e Felipe Franco Munhoz

prestes a completar 100 anos, a baronesa italiana conversa com a Cult sobre a Santa Maddalena Foundation – residência de escritores na toscana – e seus pontos de vista sobre arte e literatura

Alguns dos maiores autores do mundo comentam sobre Della Corte com exclusividade para a Cult

Santa Maddalena é um lugar mágico – sim, sei que isso é um clichê, mas é adequado –, e Beatrice é uma das minhas pessoas favoritas no mundo, uma anfitriã encantadora, acolhedora, inteligente, e com uma reserva de histórias, algumas engraçadas, algumas tristes, algumas indecentes, mas todas que entretêm maravilhosamente. Escrevo estas palavras, e elas … Continue lendo “Alguns dos maiores autores do mundo comentam sobre Della Corte com exclusividade para a Cult”

“É necessário permitir que mais palestinos, e não somente palestinos, possam falar sobre a Palestina sem o pré-requisito da sobrevivência a determinada situação devastadora” Nada Alturki e Felipe Franco Munhoz

Mohammed El-Kurd, jovem poeta palestino, conversa sobre a situação em Gaza e seus livros “Vítimas perfeitas e a política do apelo”, publicado recentemente no Brasil, e Rifqa, que chega às livrarias neste mês

Brasil: Nunca mais, 40 anos depois Victor Kutz

Entrevista com Camilo Vannuchi, autor de “Nunca Mais – Os Bastidores da Maior Denúncia Contra a Tortura já Feita no Brasil”

“O livro vai fazendo suas próprias curvas” Victor Kutz

Errâncias e travessias de Fabiane Secches em Ilhas suspensas

Daniel Rezende: “O Filho de Mil Homens me deixou fora da minha zona de conforto” Miguel Barbieri

Rezende recebeu a Cult para um bate-papo em um café no bairro de Pinheiros, em São Paulo, onde reside há mais de dez anos.

Anna Muylaert: “A melhor mãe do mundo me levou para um lugar que acreditava ser fraqueza, mas encontrei uma força extrema” Miguel Barbieri

Em sua casa, no bairro da Lapa, em São Paulo, Anna falou à Cult sobre seus recentes lançamentos, a política de cotas em editais e o relacionamento abusivo pelo qual passou.

“Fui salva pela escrita e pela guarda da memória”

Uma das autoras contemporâneas de maior destaque no mundo, Scholastique Mukasonga conversa com a Cult sobre a memória do genocídio de Ruanda, de 1994, e a sorte que teve em encontrar na literatura sua confidente

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