Não sou negra, não sou branca. Sou uma pessoa parda de ascendência indígena Manuella Bruta

O discurso de raça pura é a forma de legitimar o apagamento que negros e indígenas vivem e viveram no Brasil

Preto é cor, negro é raça: depoimento de um militante do movimento negro Amauri Mendes Pereira

Foi a partir da superação dos divisionismos, e da construção da unidade na luta e na consciência negra, que se forjou a visibilidade do ser e das vidas negras

O pardo é o negro no Brasil Fábio Nogueira

Encorajar o reconhecimento da identidade racial do pardo é crucial para confrontar o racismo antirracialista brasileiro

O riso de Odradek: Aprender a ler, rir e se desesperar com Kafka Tomaz Amorim

Parece absurdo escrever isso, mas o humor kafkiano é leve justamente em relação à absurdidade da vida

Walter Benjamin sobre Franz Kafka: o avesso do nada Jeanne Marie Gagnebin

O filósofo alemão recusa todas as tentativas de encontrar uma solução hermenêutica que nos aliviaria da nossa angústia de leitor à procura “do sentido”

Reivindicando Kafka Benjamin Balint

Não temos Kafka, não podemos nos apropriar dele, apenas o ler, o que é suficiente

Kafka e a primeira dor Simone Brantes

A literatura, ao contrário de outras atividades, mora no estranho

Lyotard: para além da condição pós-moderna Rafael Gargano

O trabalho de Lyotard é um questionamento da noção de unidade: do corpo, da verdade, do discurso de significação, da teoria, da filosofia e de sua própria obra

O mal dito das partes Herivelto P. Souza

Lyotard insiste no mal dito que os signos produzem ao buscar falar das partes enquanto tais, na medida em que permanecem esfaceladas e ainda atravessadas pela libido

Um dos efeitos da leitura de Freud: Lyotard, um economista libidinal Ronaldo Manzi

Lyotard escreve sob o ponto de vista de quem está no fluxo da pulsão e sabe que qualquer apreensão conceitual desse fluxo é apenas momentânea e parcial

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