Resultados para: marx
O mau selvagem de Oswald Victor Kutz
Com o bom humor característico, Lira começa esclarecendo: “É ‘Oswáld’ que se pronuncia”, com a segunda sílaba acentuada, como defendia Antonio Candido em um famoso artigo publicado em 1982 na Folha de S.Paulo
Como será viver sem futuro? Marcelo Ricardo Pereira
A vida parece estar num grande “aqui e agora”, num grande presente de microinstantes, que compõem uma superfície imensa sobre a qual se banaliza a morte a ponto de cancelar toda e qualquer perspectiva de devir
“O futuro não é mais como era antigamente” Aléxia Bretas
É preciso abandonar a própria ordem temporal de passado-presente-futuro para interromper o continuum dos opressores preservado e transmitido por uma cultura hegemônica alheia à barbárie da qual se mostra indissociável
Surrealismo e negritude francófona Lilian Pestre de Almeida
para abordar o encontro – realmente fértil – do Surrealismo com a negritude francófona é preciso considerar as primeiras revistas “negras” publicadas em Paris, assim como a frequência de cada uma delas e, evidentemente, sua recepção crítica.
Uma era de crise psíquica Vladimir Safatle
Ao expandir a racionalidade econômica para as esferas da vida privada, o neoliberalismo fez do preço para ser um Eu algo impagável
Pós-neoliberalismo? Daniel Pereira Andrade
É preciso evitar assumir o prefixo “pós” como um consenso e questionar os pontos de ruptura, de continuidade e de radicalização da lógica neoliberal que ele recobre
Direito de resposta de Leonardo Rafael Leite da Rocha ao texto “Entre o preto e o branco: as parditudes como ode à mestiçagem” Leonardo Rafael Leite da Rocha
Direito de resposta de Leonardo Rafael Leite da Rocha ao texto “Entre o preto e o branco: as parditudes como ode à mestiçagem”, de Matheus de Moura, publicado na Cult 307, de julho de 2024: A Revista Cult, de propriedade da Editora Bregantini, publicou em 25 de junho de 2024 o dossiê “A questão … Continue lendo “Direito de resposta de Leonardo Rafael Leite da Rocha ao texto “Entre o preto e o branco: as parditudes como ode à mestiçagem””
Subjetividade como capital na era do capitalismo mental Marcia Tiburi
O fetiche da mercadoria nada mais é do que esse espírito que paira sobre a mercadoria, dando a ela a aura espiritual de que ela precisa para ser cultuada





