Medea: entre o rito, o mito e o verbo Welington Andrade

  Antes, todos os homens dançaram os mitos que, depois, alguns cantaram. Mitológica, na sua origem, a poesia revela-se como resultado da primeira crise da consciência religiosa: pela primeira vez, o mito aparece dissociado do rito. E deste ponto crítico parte a mitologia ao encontro de um destino, que é o destino próprio de tudo … Continue lendo “Medea: entre o rito, o mito e o verbo”

L. K. Nogueira: “Obras distópicas, ao falarem do futuro, querem muitas vezes falar mesmo é do presente.” redação

O romance Relatório máquina-máquina, do escritor e diplomata L. K. Nogueira, publicado pela editora Cachalote – foi um dos livros resenhados na Cult de fevereiro. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro.

Sonia Gomes e o barroco vivido Hubert Alquéres

Entre o trabalho do corpo e a redenção da forma

“Os psicanalistas foram confrontados pelas feministas: um encontro que deu – e tem dado – frutos maravilhosos” por Carolina Azevedo; fotos Marcus Steinmeyer

Vera Iaconelli fala sobre a escrita de seu livro Análise, os processos que a levaram à psicanálise e os movimentos que marcam a chegada da teoria analítica à contemporaneidade brasileira – entre a influência do feminismo e a precarização das condições de trabalho do analista. Análise foi a obra mais indicada na pesquisa “Os melhores livros de 2025” da Cult, publicada na edição de janeiro

Diversidade sexual e de gênero nas prisões

Este dossiê, organizado por Guilherme Gomes Ferreira, procura responder à pergunta: como o Brasil trata a sua população LGBTI+ quando presa? As respostas aparecem em textos que vão desde a proposta com viés literário de Dayanna Louise dos Santos; passando pela análise da mídia e do jornalismo policial, realizada por Caio Cesar Klein; pelas elucidações … Continue lendo “Diversidade sexual e de gênero nas prisões”

Existem pessoas LGBTI+ nas prisões desde que as prisões existem Guilherme Gomes Ferreira

O desafio das políticas de justiça criminal e de administração prisional é proteger qualquer pessoa que sofra violência motivada por gênero ou sexualidade, não necessariamente aquela que se enquadra em uma categoria classificatória

Com amor, Brenna Dayanna Louise dos Santos

No concreto e no fuzil, o projeto de cidadania reservado a corpos dissidentes se encontra atrelado ao encarceramento em massa e à necropolítica, sobretudo quando se destina a quem (sobre)vive nas margens pela encruzilhada

A travesti e o espetáculo da sujeição criminal Caio Cesar Klein

A figura da travesti brasileira é duplamente assujeitada: pela dissidência de gênero e pela criminalização sistêmica de sua existência

Alas LGBT: o paradoxo entre expansão de direitos e expansão prisional Vanessa Sander

A trajetória da política penitenciária de alas LGBT materializa o paradoxo constitutivo entre expansão de direitos e expansão prisional, que se dá diferencialmente no caso da promoção de políticas carcerárias específicas

A gestão dos corpos dissidentes nas prisões Bruna Andrade Irineu

Ao mesmo tempo que o discurso dos direitos humanos produz avanços normativos, a realidade concreta da prisão expõe a permanência de um sistema de exclusão, violência e morte

Fevereiro

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