Resultados para: poesia
A poesia nos fatos Natasha Belfort Palmeira
A poesia de Schwarz e a compreensão profunda do fracasso histórico da formação nacional
Atlas dos lugares ausentes: metapoesia, memória e insurgência Pedro Paulo Gomes Pereira
Ler Carlos Fernando é entrar em um território onde a palavra não se acomoda: ela se estilhaça, se refaz, se dobra sobre si mesma e se lança contra o silêncio
Prosa e poesia africanas: Hein e Modirwa Felipe Franco Munhoz
Autores e livros inéditos no Brasil, por Felipe Franco Munhoz
Homoeróticos: Corpo, vida, poesia gay e mais Carolina Azevedo e Victor Kutz
Um giro por recentes destaques do circuito literário. Este mês com Kollontai, Byron, Marleth Silva, Paco Cerdà e mais
Ordem e desordem na poesia de Agustoni Dirce Waltrick do Amarante
Prisca Agustoni parece dialogar com Lispector quando escreve que deseja “ser floresta/ apesar da rigidez dos ossos// e verdejar o mundo/ nem que seja na linguagem”.
Fortuna crítica da poesia brasileira: Textos do acervo cult, 1997-2024 Manuel da Costa Pinto
Há quase três décadas, a Cult acompanha não apenas a produção literária, mas também as transformações na forma de ler e interpretar esse objeto fluido que é a literatura
A poesia crítica de João Cabral João Alexandre Barbosa
o autor pernambucano deu uma lição ao leitor, e ao leitor-crítico, de sua obra: a de que a sonhada transitividade do poema não se atinge sem o risco da crítica de seus termos
Profunda colheita: a sabedoria e o lirismo na poesia de Rosa Oyassy
“Profunda colheita”, de Rosa Oyassy dialoga com o campo semântico da colheita pela raiz – essa parte da planta que “mora” no fundo da terra, e estabelece conexões com o que não se vê, e a superfície.
Ana Cristina Cesar: Poesia em fogo pelos ares Erica Martinelli Munhoz
Será possível pensar alguma confluência entre imagem vivida e imagem poética na obra de Ana Cristina Cesar, que não reduza a leitura da poesia, mas a faça ecoar ainda mais?
Ana Cristina Cesar: a poesia no limite Redação
Ana Cristina Cesar foi tão breve quanto vasta. O tempo curto de existência – 31 anos, interrompidos no dia 29 de outubro de 1983 – deixou um rastro duradouro na literatura brasileira





