Le Travail de l’Oeuvre Machiavel, um livro essencial
O maquiavelismo é um mito que associa a política à imoralidade – e mostra a desconfiança que sentimos da dimensão política Antes da publicação do livro de Lefort, a “questão Maquiavel” parecia não concernir o meio intelectual francês que estava, nos anos 1960, sob o impacto do estruturalismo. Lefort arriscou uma outra direção. No título … Continue lendo “Le Travail de l’Oeuvre Machiavel, um livro essencial”
Íntima relação com o Sol
Talento e escândalo se unem na trajetória de Yukio Mishima, o homem da renascença do Japão do pós-guerra. A duas semanas de sua morte programada, com o seu espetacular suicídio público a 25 de novembro de 1970, o mais ocidentalizado e o mais japonês dos escritores nipônicos contemporâneos, clássico e com uma vocação trágica, … Continue lendo “Íntima relação com o Sol”
“Como ser gay”, o novo livro de David Halperin Arthur Prado
‘How to be gay’, de David Halperin, traz ar fresco para um debate totalmente centrado na identidade gay, lembrando-nos de entender como é sentir-se gay.
Dostoiévski: os anos de formação
Nos últimos anos, o Brasil tem recebido e produzido uma avalanche de biografias de escritores: uma verdadeira febre de livros que ocupam estantes, esmiuçando vidas, revirando velhos arquivos, pescando casos picantes que acabam dando o molho para uma receita editorial de sucesso. Mas quase todas essas obras se tornam rapidamente enfadonhas e, saciada a fome … Continue lendo “Dostoiévski: os anos de formação”
Décio de Almeida Prado lança crônica da fundação do teatro nacional
Quando o crítico Décio de Almeida Prado assistia a uma peça de teatro, despertava logo uma grande preocupação entre os atores e diretores. “O que será que ele achou?” Esta pergunta, por exemplo, foi feita várias vezes pelo ator Paulo Autran. Ele sabia que aquele sujeito alto, extremamente educado, não era um crítico rasteiro, cheio … Continue lendo “Décio de Almeida Prado lança crônica da fundação do teatro nacional”
A importância de Beckett para a modernidade Fábio de Souza Andrade
Desconcertante e plural, a obra de Samuel Beckett foi decisiva para a reinvenção da arte moderna





