“Desculpa por ser homem”: culpa, performance e a armadilha do falso aliado Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
o que você está disposto a perder para que as coisas mudem?
Infância e feminismo Maria Rita Kehl
Na infância, acho que nem sabia o significado da palavra “feminismo”, mas sabia que não queria sacrificar minha inclinação por pequenas aventuras apenas para corresponder ao estereótipo feminino
O filho do mito e a negação do nome do pai Marcia Tiburi
Sobre o reposicionamento político da marca Bolsonaro
Minha avó se chamava Maria Camilo. Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
Pela vó Maria. E por tantas outras Marias que viveram, resistiram e, muitas vezes, sofreram em silêncio. Pelas que ainda sofrem ou que não compreendem as violências que vivem. E pelas que seguem lutando hoje — porque nenhuma de nós começou do zero
O gênero do mal: A violência como assinatura identitária Marcia Tiburi
Quando se fala em discurso de ódio, muitos esquecem que o primeiro discurso de ódio, historicamente arraigado e cuja origem se perdeu, foi a misoginia
A Bahia, o tempo e meu próximo romance Coluna Torta | Natércia Pontes
Não sei como vou enlaçar esses três temas em um único texto, talvez o resultado seja um laço torto. Mas como estou em casa, na minha Coluna Torta, vamos em frente. Estive na Bahia. Mergulhei de olhos abertos na escura Lagoa do Abaeté e lá dentro é surpreendentemente verde-limão. O areal branco do entorno arranca … Continue lendo “A Bahia, o tempo e meu próximo romance”
Marasmo latino-americano Coluna Torta | Natércia Pontes
Não vou sair em defesa do governo no mínimo ambíguo da Venezuela, mas a imagem é uma punhalada na soberania, sobretudo na paz da América Latina, que já penou por tantas ditaduras atrozes, capitaneadas por presidentes norte-americanos ao longo do último século
Lutos invisíveis e o que há de inviável no luto Jean Wyllys
O filme A natureza das coisas invisíveis, escrito e dirigido por Rafaela Camelo, poderia ser facilmente acomodado dentro de uma tradição já conhecida do realismo mágico latino-americano — tradição na qual a obra de Isabel Allende permanece como uma referência quase inevitável —, não apenas pela presença do “sobrenatural”, mas sobretudo pela recusa em tratá-lo … Continue lendo “Lutos invisíveis e o que há de inviável no luto”
Rilke – 150 anos depois Jurandy Valença
“As coisas estão longe de ser todas tão tangíveis e dizíveis quanto se nos pretenderia fazer crer”. Rainer Maria Rilke, 1903 Rainer Maria Rilke (1875-1926) é um antídoto poderoso neste século, marcado pela aceleração, pela superficialidade e pela saturação de estímulos visuais e sensoriais, no qual um tsunami de hedonismo nos afoga com o … Continue lendo “Rilke – 150 anos depois”
Não me chames de estrangeiro Ponto de ebulição / Dirce e Fedra
Thank God for immigrants





