A distopia 2019
A distopia ‘O conto da aia’, de Margaret Atwood, parece ganhar ares de premonição quando olhamos para o contexto mundial e do nosso próprio país
A ditadura despertada
Como não fizemos a ruptura, não acertamos as contas com o passado e não matamos a ditadura. Nós a deixamos adormecida e agora vemos o monstro despertar
O eleitor paranoico
Para o eleitor-paranoico, as leis e os valores democráticos nunca representam dados a serem levados em consideração no momento do voto
O protagonismo submisso do Poder Judiciário
Discursos de Dias Toffoli e Rosa Weber revelam subterfúgios retóricos para justificar decisões distanciadas do que diz a lei e a Constituição
Civilização ou barbárie
Nas repartições públicas ou nos palanques para o mais alto cargo da República, a barbárie social se normatiza e se transforma em trunfo eleitoral
Quem não reagiu está vivo
O golpe de 2016 despertou monstros adormecidos e raspou o verniz democrático de grupos e partidos políticos. Difícil é conseguir diferenciá-los
O dono das ruas
O ministro Luís Roberto Barroso parece ter se especializado em ser uma espécie de ‘consciência da sociedade’ no plenário do STF
A nova obscuridade
Com contribuições da direita e da esquerda, os sintomas do que Habermas chamou de ‘nova obscuridade’ estão presentes e potencializados no Brasil de hoje
Não é sempre que o fascismo conduz a Auschwitz
Se tomarmos o processo político e social do Brasil hoje, veremos como a banalidade do mal espalhou-se como o fungo de que falava Hannah Arendt
As veias abertas da violência no campo
As elites agrárias brasileiras não demonstram qualquer pudor e sentem-se autorizadas a ceifar a vida dos pobres do campo





