Resultados para: Marx
A liberdade é um lugar Matheus Gato
Uma conversa com Ruth wilson Gilmore sobre Du Bois, marxismo negro e capitalismo racial
Redescobrir W. E. B. Du Bois Matheus Gato
O pensador norte-americano deixou um legado fértil em campos como a sociologia, a história e os estudos sobre raça. Este dossiê refaz a diversidade de caminhos de pesquisa do autor de clássicos como Black Reconstruction e O negro da Filadélfia
Sociologia e a raça negra Antonio Sérgio Alfredo Guimarães
Para Du Bois, só a partir da noção de raça poderiam os colonizados refundarem a sua cultura para um projeto de civilização que os recolocasse em igualdade de condições na grande família humana
Du Bois, o Brasil e o pan-africanismo Juliana Góes e Jorge Daniel Vásquez
O envolvimento do autor com a realidade brasileira, marcado por êxitos e limitações, oferece insights sobre os desafios de um movimento de libertação afrodiaspórico global
Capitalismo racial: De Robinson a Du Bois Ruy Braga
Marxismo, racismo, luta de classes e um debate sobre a opressão racial e a exploração capitalista
O mau selvagem de Oswald Victor Kutz
Com o bom humor característico, Lira começa esclarecendo: “É ‘Oswáld’ que se pronuncia”, com a segunda sílaba acentuada, como defendia Antonio Candido em um famoso artigo publicado em 1982 na Folha de S.Paulo
Como será viver sem futuro? Marcelo Ricardo Pereira
A vida parece estar num grande “aqui e agora”, num grande presente de microinstantes, que compõem uma superfície imensa sobre a qual se banaliza a morte a ponto de cancelar toda e qualquer perspectiva de devir
“O futuro não é mais como era antigamente” Aléxia Bretas
É preciso abandonar a própria ordem temporal de passado-presente-futuro para interromper o continuum dos opressores preservado e transmitido por uma cultura hegemônica alheia à barbárie da qual se mostra indissociável
Surrealismo e negritude francófona Lilian Pestre de Almeida
para abordar o encontro – realmente fértil – do Surrealismo com a negritude francófona é preciso considerar as primeiras revistas “negras” publicadas em Paris, assim como a frequência de cada uma delas e, evidentemente, sua recepção crítica.




