Caetano Galindo: O idioma é mudança Carolina Azevedo
Em “Na ponta da língua”, o autor puxa o fio da história para ajudar o leitor a tramar seu próprio caminho pelo idioma
“O palco nos concede espaço para coisas que não são surreais, mas metafísicas” Welington Andrade e Victor Kutz
Aos 70 anos, Gerald Thomas reflete sobre política, arte e sua trajetória na renovação do teatro brasileiro
João Bosco: “Elis Regina sempre foi uma bússola” Carolina Azevedo
Em entrevista à Cult, o compositor fala sobre suas colaborações com Elis Regina, que completaria 80 anos nesta segunda
Maria Rita Kehl: “O cancelamento é o avesso da dialética” Daniel de mesquita Benevides
A psicanalista e escritora Maria Rita Kehl, que passa a assinar uma coluna na Cult a partir de abril, concedeu uma entrevista ao jornalista Daniel Benevides
Pedro Vinicio, pra que tanto rabisco? Carolina Azevedo
Os quadrinhos coloridos, que se apresentam como algo entre o rabisco infantil e o retrato surrealista, tomaram conta do Instagram, das páginas dos jornais e até das ruas de São Paulo nos últimos cinco anos
A liberdade é um lugar Matheus Gato
Uma conversa com Ruth wilson Gilmore sobre Du Bois, marxismo negro e capitalismo racial
O mau selvagem de Oswald Victor Kutz
Com o bom humor característico, Lira começa esclarecendo: “É ‘Oswáld’ que se pronuncia”, com a segunda sílaba acentuada, como defendia Antonio Candido em um famoso artigo publicado em 1982 na Folha de S.Paulo
“A Amazon usa o livro como isca para atrair o cliente” Carolina Azevedo
Alexandre Martins Fontes, diretor da Associação Nacional de Livrarias, fala sobre sua luta pela sobrevivência do mercado livreiro, critica a política de descontos da maior empresa de varejo online do mundo e defende que a construção de um país leitor passa pelo fortalecimento e pela união dos diferentes setores do ecossistema editorial
Maria Fernanda Cândido: “fazer teatro é uma alegria difícil, mas chama-se alegria” Victor Kutz
Em entrevista à Cult, Maria Fernanda Cândido comenta sua carreira no cinema e no teatro e faz um balanço de sua relação com a língua portuguesa e Clarice Lispector
Egana Djabbarova: “Ao escrever poemas, você não pode ignorar a realidade” Carolina Azevedo
Nascida na Rússia em 1992, em uma família de imigrantes azerbaijanos, Egana Djabbarova é um nome emergente da poesia contemporânea em língua russa. Na coletânea Rus bala (“criança russa”, em azeri), publicada neste ano pela editora Ars et Vita, com tradução de Maria Vragova e Prisca Agustoni, a poeta denuncia a postura imperialista da Rússia de Vladimir Putin, cujo governo hostil à população LGBT forçou-a ao exílio




