Democracia totalitária, o musical Welington Andrade
Vigiada e punida é um excelente exercício de conversão de um corpo ferido em um corpo insubmisso, emancipado da violência que o procurou aniquilar
Somos uma solidão Welington Andrade
O monólogo “Do lado de cá”, de Dieudonné Niangouna, é uma criação cênica na qual a concisão de sua duração (55 minutos) corresponde à intensidade de um lampejo
Celebração da identidade e autocomemoração Welington Andrade
Édouard Louis deixa de promover a cultura da memória e da identidade – tão cara em sua literatura – para virar ele próprio um acontecimento, que inclui, problematicamente, sua autocomemoração
Anatomia da dor Welington Andrade
A instigação dessa experiência-limite, vencida aqui pela firmeza de propósitos, é dar forma à ferida inscrita no corpo e no espírito, desejando extrair dela alguma beleza
Teatro, jogo e evanescência Welington Andrade
Espetáculos como “A carta” lutam de forma luminosa contra a opressão, deixando que falem no palco inúmeros silêncios. Seja o silêncio da bisavó, após escrever a última linha de sua missiva; seja o silêncio de Joana D’arc diante do tribunal da Inquisição
Da violência e de suas histórias Welington Andrade
No centro do palco, dois corpos masculinos fracassam ao tentar se relacionar exclusivamente pela via da afetividade íntima – porque esta está condicionada não somente pelo problema das classes sociais como também por questões geopolíticas





