Tudo o que precisamos saber sobre o Bajubá, a língua das travestis Isabella Miranda

Não se aprende a ser travesti em casa. Foi na prostituição que aprendi a não chorar tão fácil, nesse espaço tratado como um “não lugar”, mas que me acolheu quando a igreja, a escola, e o Estado me lembravam todos os dias que minha existência era uma espécie de crime

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