A psiquiatrização da infância e as promessas não cumpridas Sandra Caponi
Vivemos uma época em que diferenças são transformadas em doenças, sofrimentos são despolitizados, e a infância é regulada por dispositivos de controle biomédico e farmacológico
Vidas de crianças e adolescentes comprometidas pelos processos de patologização Maria Aparecida Affonso Moysés e Cecília Azevedo Lima Collares
Resistir à medicalização é condição para defender a vida e construir um futuro em que todos sejam reconhecidos como sujeitos de direitos e de sonhos
Viver e conviver com a infância sem tratá-la como um problema Márcia da Silva Mazon e Eugênia Bianchi
Ela não deve ser encarada como problema médico a ser resolvido, mas, sim, como um momento de construção de autonomia
O que se diz sobre o suicídio de crianças – e o que não se escuta? Diogo de Oliveira Boccardi
É urgente abrir espaço para perguntas, diálogos e observação atenta; e é preciso tanto celebrar a diversidade das vidas quanto refletir sobre o mundo oferecido às novas gerações
“Parece-me que houve um estreitamento do que consideramos uma trajetória de desenvolvimento infantil ‘normal’. Isso ocorre ao mesmo tempo que se estreitam as formas aceitáveis de atuação dos pais” Sandra Caponi, Diogo Boccardi e Carolina Azevedo
Em entrevista para a Cult, o professor britânico Sami Timimi conversa sobre a medicalização da infância





