Wilson Gomes

Doutor em Filosofia e professor titular da Faculdade de Comunicação e do programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura da UFBA. É também coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD), rede de laboratórios associados que envolve 20 instituições... Saiba mais »

Os brasileiros e a corrupção política Wilson Gomes

Hoje parece que apenas de indignação e de corrupção se faz esta nação. Mas ela também e principalmente se faz de boas, más e péssimas escolhas eleitorais

A política brasileira explicada pelo irrealismo Wilson Gomes

Quem cuidava de ter razão não se preocupou em ter votos, e a vida como ela é seguiu seu rumo

Quem gosta mesmo da democracia? Wilson Gomes

Ninguém briga por algo que não estima: os brasileiros não se escandalizaram com as ideias de Bolsonaro simplesmente porque não têm apreço pela democracia

O bolsonarismo e os médicos cubanos Wilson Gomes

Bolsonaro nem precisou começar a governar para cumprir uma promessa de longa data, recentemente reaparecida na campanha: tirar os médicos cubanos do Brasil

A esquerda identitária e a satanização da maioria Wilson Gomes

Como ganhar uma eleição quando a maioria dos eleitores precisa assumir-se culpado e privilegiado para começo de conversa?

Na 1º semana do bolsonarismo, a democracia ainda respira Wilson Gomes

A opinião pública, o Supremo Tribunal Federal e Sérgio Moro como obstáculos entre o bolsonarismo e a desfiguração da democracia

Entre o assombro e a normalização Wilson Gomes

Os compromissos assumidos por Bolsonaro em sua campanha não são ameaça à democracia suficiente para nos assombrar e mobilizar? Lamentavelmente, não

Consumidor, torcedor e membro de seita: o eleitor brasileiro de 2018 Wilson Gomes

Análise da distribuição das atitudes eleitorais na sociedade revelaria proporção assustadoramente grande de eleitores-torcedor ou membros de uma seita

Novíssima enciclopédia da política nacional Wilson Gomes

As Gloriosas Jornadas de Junho, a Revolta dos Patos, o Lavajatismo, o Bolsotarismo e outros verbetes da história recente da política nacional

É o Whatsapp, estúpido! Wilson Gomes

Grupos de WhatsApp de apoio a Bolsonaro serviram para veicular teorias da conspiração, fake news, memes e áudios. Enfrentaram a TV e ganharam

A seis passos da tragédia Wilson Gomes

O pavor diante do PT, até o momento, vai se provando maior que a ojeriza a Bolsonaro. E nesta eleição, apenas ele podia galopar no lombo do antipetismo

A tragédia eleitoral do antipetismo Wilson Gomes

O ódio ao PT é uma doença do espírito. Para comprovar esta hipótese, basta a análise de duas consequências deste sentimento nas eleições de 2018

Nem todo eleitor de Bolsonaro é fascista. Mas o que isso significa? Wilson Gomes

Ainda que não sejam ou não se achem fascistas, eleitores de Bolsonaro endossam o fascismo para saciar obsessão antipetista

Um tango à beira do abismo Wilson Gomes

Apostando eleitoralmente nos dois polos que estocaram raivas para algumas gerações, o pacífico brasileiro dança um tango, às cegas, à beira do precipício

O Tucanistão virou um Bolsonazistão e ninguém achou estranho Wilson Gomes

Mídia e eleitorado ainda veem como enigma o voto nordestino em Lula, mas não buscam entender por que Sul, Sudeste e Centro-Oeste se encantam com Bolsonaro

Decodificando o voto em Bolsonaro Wilson Gomes

De onde, afinal, vêm os votos em Bolsonaro? Há ao menos seis diferentes públicos importantes para cuja demanda a figura do capitão responde

Enquanto isso, na campanha política brasileira Wilson Gomes

Vídeos de Temer, facada em Bolsonaro. Com o país em surto político, colhemos tempestades resultantes de ventos longamente e com muito afinco semeados

O que o início da campanha eleitoral na TV pode significar para o bolsonarismo Wilson Gomes

Por que a propaganda eleitoral clássica, na TV, pode se transformar na última barreira contra o avanço dos mortos-vivos do bolsonarismo

E o PT resiste Wilson Gomes

Às vésperas das eleições de 2018, o PT ressurge como o partido preferido de 24% dos brasileiros e recupera a sua máxima histórica

Que jornalismo para uma sociedade hiperinformada? Wilson Gomes

Temos abundância de informação, mas hoje os cidadãos sabem mais? Wilson Gomes escreve sobre debate com Andrea Dip e Manon Paulic em seminário da CULT

O primeiro debate presidencial de 2018 Wilson Gomes

No debate da Band, não tivemos um, mas dois Bolsonaros, ambos reivindicando serem os únicos diferentes de “tudo isso que está aí”

Ou Lula ou nada Wilson Gomes

Lula esquece as mágoas do PSB e sacrifica aliados e a autonomia partidária nos estados para dificultar candidatura de Ciro Gomes

O voto baseado em razões morais Wilson Gomes

O que dizer de quem vai às urnas selecionar políticas públicas morais na perspectiva ganhar eleitoralmente uma guerra moral contra ‘os outros’?

A eleição do fim do mundo Wilson Gomes

O que parecia uma suspeita há alguns meses, confirma-se agora como certeza: há algo de muito estranho e fora do prumo com essas eleições

Lula como causa e como troféu Wilson Gomes

Para os juízes envolvidos no jogo do Solta-Não-Solta, o ex-presidente não é simplesmente um réu ou um condenado em um processo legal

O lulismo, o bolsonarismo e as razões eleitorais Wilson Gomes

Tida como a principal razão da tragédia do PT, a “perseguição da mídia” não explica a ascensão de Bolsonaro. Como explicá-la?

Revisando a ditadura militar Wilson Gomes

Sem fundamentos, o negacionismo histórico da ditadura militar saiu da internet e já está ocupando algum lugar offline perto de você

Whatsapp e campanha eleitoral: o que nos espera em 2018 Wilson Gomes

Em grupos privados, usuários sentem-se fora do alcance da Justiça e de constrangimentos morais. Como a ferramenta impactará as eleições?

Cadê a agenda da resposta à crise da economia brasileira que estava aqui? Wilson Gomes

Às vésperas das eleições, o tema da resposta política à crise econômica deixou de ser o centro da vida pública para se tornar uma agenda de nicho

Precisamos falar sobre a direita Wilson Gomes

Cada vez mais pessoas reivindicam-se como sendo de direita, ao mesmo tempo em que a expressão se torna ainda mais polissêmica e distorcida

Lula lê?! Wilson Gomes

Lula teria lido, na prisão, 21 livros em 57 dias. Mas é claro que Lula não pode ter lido tanto. É claro que Lula não pode ter lido. É claro que Lula não lê.

Intervenção militar, já Wilson Gomes

A ideia do pai autoritário que vem reordenar o caos é o novo fetichismo político brasileiro – e nada tem de democrático

Reinaldo Azevedo e a direita Wilson Gomes

Antes usado como métrica para calibrar a extrema direita, Azevedo foi deixado para trás pelos próprios conservadores brasileiros

Meu amigo conservador de direita Wilson Gomes

Meu amigo conservador é bem mais lúcido do que muito cientista político ao identificar na disputa moral as raízes do bolsonarismo

A esquerda e o cenário eleitoral pós-Lula Wilson Gomes

Se o PT continuar priorizando Lula, o segundo turno pode ser disputado entre um candidato da direita e um da extrema-direita

Bolsomito e a geração lacradora Wilson Gomes

A correlação entre cultura juvenil digital, comportamentos políticos hostis às minorias e apoio a candidatos ultraconservadores

É culpa dos políticos e da mídia! Sobre o cidadão irresponsável Wilson Gomes

O cidadão-infantil acha que 90% dos problemas do país são de responsabilidade dos políticos; ele é apenas uma vítima da mídia e da política

Do reaça básico e da sua luta épica contra o comunismo Wilson Gomes

No estado de alucinação anticomunista em que se encontra o reaça elementar, nós estamos em 1962 e a União Soviética está prestes a tomar a América Latina

A invencibilidade imaginada de Lula Wilson Gomes

A fantasia de Lula invencível tem papel fundamental no frenesi de participação política e no sentimento de urgência causador de um tipo de surto coletivo

Antipetismo, neoconservadorismo e “novos participantes” nas eleições de 2018 Wilson Gomes

Estamos a seis meses das eleições de 2018 e o campo eleitoral no Brasil está dividido em 35 partidos e algumas grandes forças eleitorais

Prelúdio de uma tragédia inconclusa Wilson Gomes

Na primeira noite, tomaram a presidência. Mas eu não era petista, não gostava de corrupção e quando dei por mim já havia envergado uma camisa da CBF

Gatos, lebres e fake news políticas Wilson Gomes

É por necessidade de autopreservação que o jornalismo se esforça para desmascarar o processo de fabricação de informações falsas

Está aberta a temporada de busca de políticos ‘puros’ Wilson Gomes

Para quem acredita que na política tudo é questão de pessoas e caráter, o importante é recrutar os puros – o que muda é a definição de pureza e seu oposto

Marielle e Anderson: as várias faces políticas de um assassinato Wilson Gomes

A forma como a sociedade, de maneira geral, está lidando com o assassinato de Marielle e Anderson perturba, e muito, a direita conservadora

A esquerda não tem nada de novo a dizer sobre a violência urbana? Wilson Gomes

A direita, ao contrário da esquerda brasileira, atrai porque propõe respostas simples, intuitivas e coerentes com o medo e a moralização da sociedade

Marina Silva e o elogio da seriedade Wilson Gomes

Por que a renovação política proposta por Marina Silva – e por outros ‘neorrenovadores’ – não passa de uma parte complementar da antipolítica

Temer e Bolsonaro e a disputa pela agenda do crime Wilson Gomes

A guerra, agora, é contra a bandidagem, mas também para ver quem é o dono do tema do crime, o “capitão” Bolsonaro ou o presidente Michel Temer

Das tretas e da importância de prestar atenção nelas Wilson Gomes

A treta nos permite detectar fluxos de ideias em curso na sociedade que, normalmente, podem passar longe dos nossos radares normais

As retóricas da vitimização Wilson Gomes

A história prova que não há fascismo sem um momento inicial de reivindicação da condição de vítima

Depois de Lula, o lulismo Wilson Gomes

O lulismo faz exibição de força e mobilização ao redor de Lula e por causa dele. A dúvida é se o lulismo, a este ponto, já não é maior que o próprio Lula

A direita ainda mais à direita Wilson Gomes

Como o bolsonarismo, que já é um espinho na carne da esquerda e do centro, causa um estrago ainda maior na própria direita

Dezembro

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