Alberto Pucheu

O CUIDADO DA POESIA – Poemas do e para este tempo

É poeta e professor de teoria literária da UFRJ.

A poesia em tempos de terrorismos Alberto Pucheu

Com uma aposta infinitamente singular e sempre em vias de se fazer, a poesia estabelece seu lugar dos impasses mais dramáticos que vivemos

‘Onçanta’, um totem Alberto Pucheu

Em reflexão sobre a figura da onça mítica xavante,o poeta e ensaísta Sérgio Medeiros medita sobre a potência de relatos que não podem ser domesticados






Uma escrita a se fazer Alberto Pucheu

Há, em algumas poéticas, um presente que se afasta e, ao mesmo tempo, se dirige a nós quando lemos. Este presente é o momento da escrita, anterior à obra constituída






Palavras quebradas na poética araweté Alberto Pucheu

Entre os Araweté, povo tupi-guarani, os cantos estão relacionados a diversas figuras de alteridade, onde predominam os inimigos, os deuses e os espíritos






Verbo Verde? Literatura & Amazônia Alberto Pucheu

Nesta semana, o escritor Vicente Franz Cecim assume a coluna “O Cuidado da Poesia – poemos do e para este tempo”






Sob a sombra e o peso de imensas ladeiras Alberto Pucheu

A poesia de Annita Costa Malufe não engrena. E não engrenar quer dizer que sua poesia se desenvolve inteira nos limites de um andamento hesitante. Ela deseja isso. Reafirma esse desejo a cada poema, a cada parte do livro.






Poesia para que te quero Alberto Pucheu

É necessário que um poeta saia de sua concha ou da toca para fazer, pois é, fazer sucesso ou sentido?






Para que serve a poesia? Alberto Pucheu

Neste Brasil e neste mundo cada vez mais bárbaros, a poesia diagnostica também quem não se dedica a ela e cuida ao menos de quem a ela se entrega






Poeta Alberto Pucheu estreia coluna no site da CULT Alberto Pucheu

Projeto pretende dar visibilidade à poesia contemporânea; material será reunido em livro






Intolerância e Democracia religiosas no tempo das novas mistificações Alberto Pucheu

Deus sempre foi usado por pessoas e instituições como uma espécie de verdade que tudo justifica. Barbaridades e maldades foram feitas em nome de Deus.






A persistência do riso Alberto Pucheu

Sobre a revista Polichinello, o poeta Paulo Plínio Abreu e os desdobramentos da experiência literária como um modo de combate






Crise e inquietação – como publicar poesia hoje? Alberto Pucheu

Como criar uma interlocução com a sociedade, conquistar leitores, trazer realmente a poesia a público?






Insert coin Alberto Pucheu

Um texto de Maurício Chamarelli sobre Leonardo Gandolfi






Urgência & coleção no último livro de Horácio Costa Alberto Pucheu

A militância gay se torna uma inscrição radical, porque, sem abrir mão do tom afirmativo, acaba por questionar visões normativas do passado






Em busca de uma poética da performance Alberto Pucheu

Os desafios são os mesmos de sempre: pensar a performance como um “saber ser no tempo” (Paul Zumthor), tentar “não assustar os animais” (Rilke via Augusto de Campos) e, como nos ensina um velho canto recriado por nossa rainha mãe, Clementina, manter a “atividade no abano/ antes que o fogo se apague”






Multivocalidade nos kapiwaiá dos Hupd’äh Alberto Pucheu

Como nas palavras do grande xamã yanomami, os cantos do caarpi dos Hupd’äh nutrem-se das vozes arcaicas ancestrais e dos pontos de vista de espíritos e animais






Tensões contemporâneas do uso do soneto Alberto Pucheu

Faz-se soneto a favor da idealização da forma e contra o transcendentalismo da própria forma






Uma noiva assassina Alberto Pucheu

Noiva é um livro assassino: matou o poeta que o escreveu. Às vezes, um poeta paga com a própria vida por ter escrito um livro.






Coisas que o primeiro cachorro na rua pode dizer sobre a poesia de Caio Meira Alberto Pucheu

Na poesia de Caio Meira, nosso lugar no mundo, “o sentido da vida”, só pode ser soprado em nossos ouvidos por esses que foram colocados à margem do mundo






Indiciar duplamente o silêncio: Mulher, lesbiandade e poesia Alberto Pucheu

Poesia de temática lésbica escrita por mulheres, dupla marca de subjetividade contra o rochedo da inexistência






Traduções extraordinárias: as de Josely Vianna Baptista Alberto Pucheu

Canto mítico dos Mbyá-Guarani do Guairá traduzido e anotado por Josely Vianna Baptista para seu livro Roça barroca, com apresentação inédita de Betty Mindlin






Biografia de um poema-sonar Alberto Pucheu

Se as condições de vida ultrajantes de meus antepassados tivessem sido superadas pelas gerações que os sucederam, talvez eu pudesse ver o passado como a fonte épica de uma saga de civilizadores removidos à força de seus territórios






Uma vida, e nada mais Alberto Pucheu

O poema cria esse ante-instante que precede a tudo apenas quando ele já disse da distância insuperável entre o si mesmo e o outro.






O vídeo como ferramenta poética no Brasil Alberto Pucheu

Três trabalhos que permitem compreender a curta história do vídeo como ferramenta poética no Brasil






O que pode fazer a correnteza Alberto Pucheu

O Houaiss nos deixa saber mais sobre aquela correnteza que arrasta e situa os poemas de Simone Brantes em um entre – fluxo de água que transita entre estar à tona e ir ao fundo, estar acordado e estar dormindo






A poesia mulher Alberto Pucheu

Susana Scramim escreve sobre a poesia de Angélica Freitas, Paula Glenadel, Angélica Freitas, Lu Menezes, Josely Vianna Baptista, Claudia Roquette-Pinto e Ana Martins Marques






O CUIDADO DA POESIA: Motor poético em movimento Alberto Pucheu

O poeta e semiólogo Roberto Corrêa dos Santos assume a coluna de Alberto Pucheu nesta semana






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