Dossiê – Perversão

Os perversos não são extra-humanos, mas demasiadamente humanos; definir a perversão é um paradoxo ético.    Christian Ingo Lenz Dunker  A perversão é uma das três grandes estruturas da psicopatologia psicanalítica. Ao lado da psicose e da neurose, ela representa um tipo específico de subjetividade, desejo e fantasia. Comparativamente, seu diagnóstico é mais difícil e … Continue lendo “Dossiê – Perversão”

Os estudantes e a condição proletária Ruy Braga

As manifestações de 1968 devem ser compreendidas à luz da universalização e esgotamento do modelo fordista

1968, quarenta anos depois Elísio Estanque

Refletir sobre o significado de 68 na atualidade é prova de que seu espírito continua vivo

1968: a rebelião estudantil nos Estados Unidos Sean Purdy

A inspiração de 1968 foi sentida até meados de 1970, impulsionando uma contracultura radical da juventude

A batalha de Chicago Luiz Bernardo Pericás

O “agosto em Chicago” foi, com suas devidas proporções, o equivalente, na “América”, ao “maio de 1968” em Paris

Dossiê | Merleau-Ponty e o olhar renovado Eduardo Socha

O centenário de Merleau-Ponty nos faz perceber o quanto é prematura qualquer delimitação satisfatória do lugar que sua produção teórica ocupa na filosofia

Jean Pierre Vernant, um helenista nas barricadas por Alvaro Bianchi

A trajetória de Vernant foi semelhante a de muitos intelectuais que viram nos acontecimentos de 1968 a falência política do Partido Comunista

A rebelião estudantil: para além do espetáculo Ruy Braga

  Já se tornou um lugar-comum dizer que 1968 ficou marcado na memória coletiva de muitos povos como um instante de profundas transformações sociais. Para os vietnamitas foi o ano da Ofensiva do Tet, o grande ataque desferido pelos norte-vietnamitas contra o exército estadunidense e que antecipou o fim da Guerra do Vietnã. Nos Estados … Continue lendo “A rebelião estudantil: para além do espetáculo”

Um esporte de combate Eduardo Socha

Avaliar o impacto que a sociologia de Pierre Bourdieu (1930-2002) provocou no pensamento do século 20 certamente envolve uma espécie de constrangimento.

Da aldeia à Teia global

A questão que Marshall McLuhan ainda nos apresenta refere-se ao impacto
que uma tecnologia pode trazer aos padrões sensoriais e aos modos de produção
de subjetividades, sejam individuais, sejam coletivas, em uma dada sociedade

Novembro

TV Cult