Ruínas estéticas Vladimir Safatle

Por que a arte moderna parece sempre ter que dar conta de linguagens já gastas?   Hegel afirma, em suas Lições sobre a filosofia da história, que os persas foram o primeiro povo a entrar na história “porque a Pérsia é o primeiro império que desapareceu” deixando atrás de si a mobilidade e a inquietude … Continue lendo “Ruínas estéticas”

Política vodu Marcia Tiburi

Um trocadilho neoliberal para Temer Economia vodu é um termo utilizado por alguns teóricos, como David Harvey, para falar de um tipo de economia falsa. Podemos falar em política vodu para pensar a política falsa, aquela que não tem como objetivo a questão social básica à democracia, mas que serve à economia privada. Toda política tem seu instante ficcional, … Continue lendo “Política vodu”

O país da política Francisco Bosco

Durante os jogos olímpicos do Rio de Janeiro, o apresentador da Rede lobo Luciano Huck foi assistir a uma partida de vôlei, com sua família, no Maracanãzinho. Ao conceder uma entrevista ao canal SporTV, sua imagem apareceu no telão do estádio e provocou uma vaia veemente por parte da plateia. Questionado sobre o motivo da vaia por um repórter da Folha … Continue lendo “O país da política”

Educação meia-boca Marcia Tiburi

Sobre a dissociação da consciência






Mulheres e poder contra o culto da ignorância machista Marcia Tiburi

O poder é reservado aos homens enquanto as mulheres sofrem sob estereótipos e idealizações também naturalizados. Até quando?






Tom & Valesca no Zoológico de Uberlândia Marcelo Mirisola

Em novo texto, Marcelo Mirisola reflete sobre a evangelização cultural e os rolezinhos.






Molière e o ridículo da virtude Welington Andrade

Encenação pioneira nos teatros brasileiros, O misantropo, de Molière, chega aos trópicos indagando a respeito de quem são os misantropos de hoje em dia






Ba(q)uianas à brasileira Welington Andrade

“Mastigado na gostosura quente do amendoim…/Falado numa língua curumim/De palavras incertas num remelexo melado melancólico…/Saem lentas frescas trituradas pelos meus dentes bons…/Molham meus beiços que dão beijos alastrados/E depois remurmuram sem malícia as rezas bem-nascidas…”. Mário de Andrade, O poeta come amendoim E eis que Dioniso, o deus cabrito, abundante em cachos, chega ao terreiro … Continue lendo “Ba(q)uianas à brasileira”

Passeio da Liberdade

Para a política do passado, que às vezes tem que encarar seu outono antes de viver sua primavera, toda transformação deve ter um guia, uma pauta, um interesse por trás






Fenomenologia do poder

O que interessa ao poder é aquilo que não se entrega






TV Cult