Ba(q)uianas à brasileira

Marcelo Drummond como Dioniso e Zé Celso como Tirésias durante “As bacantes” (Foto: Bob Sousa) “Mastigado na gostosura quente do amendoim…/Falado numa língua curumim/De palavras incertas num remelexo melado melancólico…/Saem lentas frescas trituradas pelos meus dentes bons…/Molham meus beiços que dão beijos alastrados/E depois remurmuram sem malícia as rezas bem-nascidas…”. Mário de Andrade, O poeta … Continue lendo “Ba(q)uianas à brasileira”

Exortação à afasia

Cena de PROJETO bRASIL (Foto: Marcelo Almeida) “A palavra falada é irreversível, tal é a sua fatalidade” Roland Barthes, O rumor da língua Com texto e direção de Marcio Abreu, PROJETO bRASIL, da companhia brasileira de teatro, antes de se configurar em um espetáculo artístico, constitui mais propriamente um ato cultural organizado em torno de … Continue lendo “Exortação à afasia”

Espetáculo, percepção e sensação

A leitura de dois importantes títulos de teoria crítica convida à reflexão a respeito de como o teatro contemporâneo tem lidado com as categorias da percepção e da sensação, que levam inevitavelmente ao problema da subjetividade






Manifesto ao espectador contemporâneo

A experiência do teatro pode conduzir o homem a uma viagem de exploração de outras regiões de si próprio, comumente soterradas sob o peso do excesso de convicções






Disforme, inconformado, performativo – Ou Do teatro e algumas de suas questões formais –

Dois corpos se encontram no ato teatral: de um lado, o corpo do ator, que poderá privar da espontaneidade do corpo natural ou se submeter a um controle absoluto proposto pelo próprio intérprete ou pelo encenador; de outro, o corpo do espectador, que recebe cineticamente o que emana do corpo do ator em direção a ele e o transforma em desejo e fantasia






Nuestra America

Crítica do espetáculo “Solidão”, inspirado no romance que García Márquez tentou escrever aos 18 anos e que se tornaria o clássico “Cem anos de solidão”






Entre o amor veemente e o ódio cego

“Gota d’água à seco”, a encenação de Rafael Gomes, ora em cartaz no Teatro FAAP em São Paulo, evoca uma série de elementos complexos que estão na base da própria narrativa que envolve a personagem mítica disposta a concretizar uma vingança terrível.






Imperadores de nós mesmos

A prospecção folclórica, a forma da balada popular e a variedade de dicções (no lugar de dialetos) são as principais linhas de força da encenação de Peer Gynt dirigida por Gabriel Villela no Teatro do Sesi em São Paulo.






Das possibilidades expressivas de uma dramaturgia logocêntrica

Coletânea de peças de Otávio Frias Filho chama a atenção para o estatuto da razão no teatro contemporâneo






Manifesto ao espectador contemporâneo Wellington Andrade

A experiência do teatro pode conduzir o homem a uma viagem de exploração de outras regiões de si próprio, comumente soterradas sob o peso do excesso de convicções










Edição do mês

Busca de Edições

Edições anteriores

Facebook