Ba(q)uianas à brasileira Welington Andrade

“Mastigado na gostosura quente do amendoim…/Falado numa língua curumim/De palavras incertas num remelexo melado melancólico…/Saem lentas frescas trituradas pelos meus dentes bons…/Molham meus beiços que dão beijos alastrados/E depois remurmuram sem malícia as rezas bem-nascidas…”. Mário de Andrade, O poeta come amendoim E eis que Dioniso, o deus cabrito, abundante em cachos, chega ao terreiro … Continue lendo “Ba(q)uianas à brasileira”

Exortação à afasia Welington Andrade

Cena de PROJETO bRASIL (Foto: Marcelo Almeida) “A palavra falada é irreversível, tal é a sua fatalidade” Roland Barthes, O rumor da língua Com texto e direção de Marcio Abreu, PROJETO bRASIL, da companhia brasileira de teatro, antes de se configurar em um espetáculo artístico, constitui mais propriamente um ato cultural organizado em torno de … Continue lendo “Exortação à afasia”

Espetáculo, percepção e sensação Welington Andrade

A leitura de dois importantes títulos de teoria crítica convida à reflexão a respeito de como o teatro contemporâneo tem lidado com as categorias da percepção e da sensação, que levam inevitavelmente ao problema da subjetividade

“Abnegação 3: restos” – o teatro como espaço comum às grandezas negativas Welington Andrade

Welington Andrade e Alexandre Dal Farra analisam a mais recente criação do grupo Tablado de Arruar

Manifesto ao espectador contemporâneo Welington Andrade

A experiência do teatro pode conduzir o homem a uma viagem de exploração de outras regiões de si próprio, comumente soterradas sob o peso do excesso de convicções

Teatro falado Welington Andrade

“Encontro com o Espectador” convida mensalmente atores e diretores a conversarem com o público sobre seus trabalhos

Disforme, inconformado, performativo – Ou Do teatro e algumas de suas questões formais – Welington Andrade

Dois corpos se encontram no ato teatral: de um lado, o corpo do ator, que poderá privar da espontaneidade do corpo natural ou se submeter a um controle absoluto proposto pelo próprio intérprete ou pelo encenador; de outro, o corpo do espectador, que recebe cineticamente o que emana do corpo do ator em direção a ele e o transforma em desejo e fantasia

Entre o amor veemente e o ódio cego Welington Andrade

“Gota d’água à seco”, a encenação de Rafael Gomes, ora em cartaz no Teatro FAAP em São Paulo, evoca uma série de elementos complexos que estão na base da própria narrativa que envolve a personagem mítica disposta a concretizar uma vingança terrível.

Comédia de horror e de costumes Welington Andrade

Em Kiev, adaptado da peça do uruguaio Sergio Blanco, Roberto Alvim investiga a atuação dos membros de uma família como um modelo em miniatura do Estado

Imperadores de nós mesmos

A prospecção folclórica, a forma da balada popular e a variedade de dicções (no lugar de dialetos) são as principais linhas de força da encenação de Peer Gynt dirigida por Gabriel Villela no Teatro do Sesi em São Paulo.

Dezembro

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