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	<title>Revista Cult</title>
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	<description>Site da Revista CULT</description>
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		<title>Velhos na calçada</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 16:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficina literária]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Invejo os velhos
com suas vidas definidas,
com seus passos lentos,
atravancando as calçadas.
Tão arrastados e tão leves
Livres da maçada
construção da vida.
Invejo os velhos
com seus netinhos ao lado
sem o fardo de criá-los.
Com seus restos de futuro
enrolados em saquinhos.
Desonerados do amanhã
avizinhados do fim
Prontos, definidos, terminados.
A juventude é um rascunho doloroso
onde vamos traçando os dias
construindo e desconstruindo
o mundo, numa penosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Invejo os velhos<br />
com suas vidas definidas,<br />
com seus passos lentos,<br />
atravancando as calçadas.<br />
Tão arrastados e tão leves<br />
Livres da maçada<br />
construção da vida.</p>
<p>Invejo os velhos<br />
com seus netinhos ao lado<br />
sem o fardo de criá-los.<br />
Com seus restos de futuro<br />
enrolados em saquinhos.<br />
Desonerados do amanhã<br />
avizinhados do fim<br />
Prontos, definidos, terminados.</p>
<p>A juventude é um rascunho doloroso<br />
onde vamos traçando os dias<br />
construindo e desconstruindo<br />
o mundo, numa penosa lida<br />
Não passamos de esboço<br />
Para no fim descobrirmos<br />
que enquanto traçávamos a vida<br />
o tempo troçava de nós.</p>
<p><strong>Júnia Azevedo,</strong> 47 anos, é jornalista no Rio de Janeiro (RJ)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Platters no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 20:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo do Site]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Only You]]></category>
		<category><![CDATA[The Platters]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural Paulistana]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor de hits como “Only You” e “Blue Moon” toca na Virada Cultural Paulista; leia entrevista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mariana Marinho</em></p>
<p><em></p>
<div id="attachment_32593" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a rel="attachment wp-att-32593" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/the-platters-no-brasil/platters/"><img class="size-full wp-image-32593" title="Platters" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/Platters.jpg" alt="" width="472" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;The Platters&quot;: Kevin Carrol, Vanessa Falabella, B.J. Mitchell e Ronn Howard</p></div>
<p></em></p>
<p>B.J. Mitchell (barítono), Kevin Carroll (tenor), Ronn Howard (segundo-tenor)e a brasileira Vanessa Falabella (soprano) seguem à risca a tradição construída na década de 1950 pela primeira formação de <em>The Platters</em>. Fundada pelo compositor Buck Ram, o grupo norte-americano eternizou canções como “Only You”, “Blue Moon” e “You&#8217;ve Got the Magic Touch”.</p>
<p>As influências da banda vão desde artistas clássicos como Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, até grupos mais populares como <em>The Temptations</em> e <em>The Stylistics</em>. Alguns brasileiros também entram na lista, como Tim Maia e Jorge Ben Jor.</p>
<p>O grupo, liderado há mais de 40 anos pelo barítono B.J Mitchell, se apresenta durante a Virada Cultural, em São Carlos.</p>
<p>Confira a entrevista a seguir respondida por The Platters e sua empresária Cheka Abubakari</p>
<p><strong>CULT – Alguma história curiosa aconteceu em alguma das muitas vezes em que vocês estiveram no Brasil?</strong></p>
<p><strong>The Platters –</strong> Muitas coisas interessantes aconteceram. Porém, a mais interessante foi quando B.J ficou encalhado no mar. Ele estava de férias em um cruzeiro e iria nos encontrar para o nosso primeiro show da turnê em Blumenau. Bom, uma tempestade atingiu o mar e o capitão determinou que o navio de B.J. não deveria atracar no México como estava previsto, mas voltar para o mar. B.J. perderia o primeiro show. Nos restava apenas três membros da banda para fazer a apresentação e, se você já assistiu a alguma delas, sabe como dependemos do nosso barítono. Ed Myers, nosso diretor musical desde 1989, colocou seu teclado na linha da frente e cantou junto com o grupo. Funcionou bem aquela noite e B.J. esteve presente no restante da turnê.</p>
<p><strong>Vocês têm algum ritual antes de entrar no palco?<br />
</strong><br />
Nós demos muitas entrevistas ao longo dos anos e, no geral, os jornalistas fazem as mesmas questões. De vez em quando alguém nos faz uma pergunta única como essa. Sim, você está correta. Cada um de nós tem seu pequeno ritual antes de se apresentar. Kevin, nosso vocalista, faz um aquecimento vocal e bebe água quente. Nosso líder, B.J., gosta de se sentar quieto e meditar, enquanto Vanessa faz pequenos sons, como um pássaro. Por último, nosso segundo tenor, Ronn Howard, apenas dorme. Se nós permitíssemos, ele dormiria até a primeira nota ser tocada.</p>
<p><strong>A música “Only You” é considerada um clássico. O que faz com que música se mantenha há tanto tempo?</strong></p>
<p>Algumas vezes as canções se tornam clássicos e não conseguimos encontrar uma razão ou explicação. Acreditamos que músicas como “Only You” se tornam imortais por causa da mensagem, doa arranjos musicais e o inesquecível gancho agudo que ecoa no seu ouvido&#8230; “only you”.<br />
<strong></p>
<p>Quais são as influências musicais da banda? </strong></p>
<p>Cada membro tem a sua influência musical, mas todos foram influenciados pela igreja. É lá que primeiramente aprendemos harmonias e música espiritual. Quando éramos garotos, cada um dos homens também aprendeu a cantar na esquina da rua. Essa era uma tradição americana nas comunidades negras. Aprendemos a apreciar artistas clássicos como Louis Armstrong e Ella Fitzgerald e grupos populares como <em>The Temptations</em> e <em>The Stylistics.</em> Há alguns brasileiros também, como Tim Maia, Gail Costa, Milton Nascimento Roberto Carlos, Caetano Veloso, Jorge Ben e outros.</p>
<p><strong>Como a banda faz para se manter atual em tempos tecnológicos?<br />
</strong><br />
Outra boa pergunta. Os cantores, por eles mesmos, lêem algumas publicações do setor e se mantêm informados das coisas pela internet. Mas, são nossos músicos, na maioria das vezes, que deixam todos cientes das inovações tecnológicas.</p>
<p><strong>Como é retornar ao Brasil e tocar em um evento como a Virada Cultural Paulistana?<br />
</strong><br />
Nós apenas podemos imaginar como será. Muitos dos nossos amigos nos contaram sobre esse evento, mas estamos certos de que essa explicação não é adequada. Alguns anos atrás, nos apresentamos para cerca de 25.000 pessoas na praia de Copacabana. Me disseram que esperam um público ainda maior. Vai ser fantástico!</p>
<p><strong>Virada Cultural Paulista &#8211; Show The Platters</strong><br />
<strong>Onde:</strong> Praça do Mercado – R. 7 de Setembro, nº 1735 – São Carlos (SP)<br />
<strong>Quando:</strong> 26/05<br />
<strong>Info.: </strong>www.viradaculturalpaulista.sp.gov.br</p>
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		<title>Declaração de amor a Paris</title>
		<link>http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/declaracao-de-amor-a-paris/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 17:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo do Site]]></category>
		<category><![CDATA[Flying Houses]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Lume]]></category>
		<category><![CDATA[Laurent Chéhère]]></category>
		<category><![CDATA[O Balão Vermelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por meio das fotomontagens de “casas voadoras”, Laurent Chéhère mostra o lado esquecido da cidade da luz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mariana Marinho</em></p>
<p><em><a rel="attachment wp-att-32576" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/declaracao-de-amor-a-paris/laurentchehere_flyinghouses-1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-32576" title="LaurentChehere_FlyingHouses (1)" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-1.jpg" alt="" width="472" height="294" /></a><br />
</em></p>
<p>Num céu ora cinza, ora rosado, flutuam edificações. Uma casa exibe floreiras à janela. Um velho hotel mostra suas rachaduras. Um varal de roupas se estende entre duas antenas no alto de um pequeno prédio. São imagens oníricas e melancólicas de uma Paris pouco conhecida.</p>
<p>Inspirado pelo média metragem <em>O Balão Vermelho</em> (1956), do diretor Albert Lamorisse – embora pudesse ser pela animação <em>Up – Altas Aventuras</em> (2009), de Pete Docter –, o fotógrafo francês Laurent Chéhère criou a série <em>Flying Houses</em>, que chega este mês à Galeria Lume.</p>
<p>Na série<em>,</em> os edifícios são digitalmente construídos pelo artista a partir de detalhes arquitetônicos fotografados em torno de Paris. “Laurent mostra um lado fascinante da cidade, pouco visitado. É a Paris onde ele mora, as redondezas do seu bairro, seus habitantes, com o lado lúdico do artista e suas referencias”, conta o curador Paulo Kassab Jr.</p>
<p>O universo composto por Chéhère apresenta uma paleta cromática semelhante ao filme de Lamorisse, em que predominam tonalidades frias, principalmente azul e cinza. Há também a presença de fios, como se fossem a linha de uma pipa ou o cordão de um balão.</p>
<p>Para o curador, além do lado lúdico, são justamente as referências artísticas cinematográficas o ponto alto do trabalho. “Ele possui um grande repertório de cinema e artes e usou isso em suas imagens. Quanto mais olhamos para uma obra mais descobrimos sobre ela e as alusões nela inseridas”, diz.</p>
<p>Confira a seguir a entrevista de Laurent Chéhère ao site da CULT:</p>
<p><strong>CULT – Nas imagens, há sempre a presença de fios. É uma homenagem ao filme <em>O Balão Vermelho</em>?</strong></p>
<p><strong>Laurent Chéhère -</strong> Sim, existem fios, não sabemos se estas casas vão ficar ou ir embora. Apenas uma casa foi feita explicitamente em homenagem ao filme <em>Le Ballon Rouge</em> – o acaso fez com que eu morasse na mesma rua em que o filme foi filmado, 60 anos atrás.</p>
<p><strong>Você tem alguma imagem preferida?</strong></p>
<p>Não tenho uma preferida, mas o imóvel da fotografia &#8220;Lingequisèche&#8221; é um edifício insalubre do norte de Paris. Acho que eu consegui fazê-lo mais poético.</p>
<p><strong>Por que optou por cores predominantemente frias?</strong></p>
<p>As casas e edifícios em Paris são cinzas e essa foi a minha sensibilidade.</p>
<p><strong>Como é o processo de edição das imagens? </strong></p>
<p>A maioria das casas não existe, são uma combinação de vários edifícios. O circo é uma mistura de diferentes elementos. Eu queria um circo do subúrbio parisiense, sujo pela poluição da neve, com uma homenagem ao filme <em>Strada</em>, de Frederico Fellini e Wim Wenders, com o anão no telhado acendendo um cigarro no frio. É fotomontagem.</p>
<p><strong>As fotografias têm um misto de ficção e realidade. Qual era a sua intenção ao mesclar esses dois universos?</strong></p>
<p>Eu queria fazer essas casas saírem do anonimato da rua. Eu queria ajudá-las a contar a sua história. Real ou imaginária. Manipulando as imagens, eu descobri que eu poderia fazer o que eu queria. É uma liberdade incrível. Nesta série eu pude mostrar meu amor por Paris, por sua arquitetura, cinema e sua história.</p>
<p><strong>Quando se pensa em Paris, para muitas pessoas, a imagem é de uma cidade glamurosa. Como é fazer uma série que retrata de forma sutil e bonita o lado esquecido de Paris?</strong></p>
<p>Eu não queria mostrar a Paris de cartão postal. Também há beleza em outros lugares, em casas feias, basta ajustar seu olhar.</p>
<div class="ad-gallery"><div class="ad-image-wrapper"></div><div class="ad-controls"></div><div class="ad-nav"><div class="ad-thumbs"><ul class="ad-thumb-list"><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-1.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-1.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-12.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-12.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-11.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-11.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-9.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-9.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-7.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-7.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-5.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-5.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-4.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-4.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li><li><a href='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-3.jpg'><img src='http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/LaurentChehere_FlyingHouses-3.jpg' title='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' alt='"Flying Houses" de Laurent Chéhère' width='100' /></a></li></ul></div></div></div>
<p><strong>Laurent Chéhère – Flying Houses<br />
Onde: </strong>Galeria LUME – R. Joaquim Floriano, 711 – 2º andar – São Paulo (SP)<br />
<strong>Quando: </strong>23/05 a 30/06<br />
<strong>Quanto: </strong>gratuito<strong><br />
Info.: </strong><a href="http://www.galerialume.com">www.galerialume.com</a> ou (11) 3704.6268</p>
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		<title>Esteticamente correto</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[179]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcia Tiburi]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre a função das Correções no mundo das aparências ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcia Tiburi</p>
<p><a rel="attachment wp-att-32564" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/esteticamente-correto/marciasite1/"><a rel="attachment wp-att-32564" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/esteticamente-correto/marciasite1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-32564" title="marciasite1" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/marciasite1.jpg" alt="" width="472" height="294" /></a></a></p>
<p>A pobreza da experiência cultural contemporânea agrega dois grupos pseudopolíticos: os “politicamente corretos”, que Nietzsche, no século 19, chamaria de “sacerdotes da moral”, e seus críticos, sempre autoelogiados como “politicamente incorretos”, que seriam hoje “sacerdotes do imoral”, servos daquela moral, só que sob o disfarce da inversão. O “sadismozinho” diário dos antipolíticos politicamente incorretos esconde o desejo de uma crueldade socialmente inviável. A maldadezinha do cotidiano faz mal às suas vítimas, mas é autorizada ao agente, desde que ele saiba manter as aparências de que tem toda a razão e não é tão mau assim.</p>
<p>A manutenção das aparências como verdadeira força que mantém as condições da dominação é o que chamaremos pela expressão “esteticamente correto”.  Enceguecidos pela cultura do espetáculo, não vemos justamente o “evidente”.  O velho parecendo novo, o mau parecendo bom, o sujo parecendo limpo, o feio parecendo belo. A correção estética é a expressão da racionalidade técnica da dominação. Exemplos abundam, dos modos de vestir às academias de ginástica.</p>
<p>O esteticamente correto foi bem apresentado, por exemplo, em um filme chamado <em>O homem ao lado</em> (Gastón Duprat e Mariano Cohn, 2009). Tal como na vida, o personagem principal do filme é um respeitado designer internacional que mora na única casa desenhada por Le Corbusier em todas as Américas. A casa é impecável e dentro dela se desenvolve uma vida moralmente bem comportada, o que se vê no modo como ele e a esposa tratam a faxineira com respeito atencioso. Dos móveis aos objetos domésticos, da roupa que vestem à música que ouvem, tudo está esteticamente correto. O designer tem uma vida tão correta que chega a ser professor universitário, o que vem coroar o personagem com a aura do intelectual que é também, digamos, “epistemologicamente correto”.</p>
<p>Tudo se passa na mais simples normalidade, até que um vizinho bronco resolve abrir um buraco em uma parede contígua à casa para servir de janela. O caráter ilegal de seu ato se relaciona intimamente ao caráter “esteticamente incorreto” da ação. E dele mesmo. Este antagonista tem um “estilo” visual fora do padrão culto expresso também em seu senso de humor, em seu jeito de ser e falar. Os regimes de comportamento ético e estético de cada personagem expressam-se em tensão. O desenvolvimento da trama nos legará um desfecho estarrecedor, pois que esperamos de quem tem estilo que tenha uma prática que combine com ele.  O filme mostra que julgamos pelas aparências e quase sempre nos enganamos redondamente, não porque as aparências enganem, mas porque não olhamos com cuidado.</p>
<p><strong>Escravidão voluntária estética </strong></p>
<p>Dizer que toda ética tem sua estética pode ser traduzido por “toda moral tem o seu gosto”. O velho padrão do gosto sobrevive hoje, por exemplo, na ditadura do fashion, em que “fazer tipo” é a lei.</p>
<p>A beleza e o bom gosto definem o padrão do “esteticamente correto” enquanto medida a partir da qual tudo é relativo no mundo da aparência. E como a esfera da aparência é decisiva em uma sociedade espetacular, aquela em que as relações são mediadas por imagens, o poder se exerce ali silenciosamente definindo quem é bonito e quem não é. A ditadura da beleza se impõe em nosso mundo sobre quem é constantemente reduzido a seu corpo, é o caso de mulheres de todas as idades. Por isso, o homem branco e rico, pode ser barrigudo, careca e velho (para brincar com um estereótipo). Ninguém ousa taxá-lo de feio, pois sua feiura não está em jogo: ele está na origem da lei que rege o gosto como padrão onde encaixar os outros.  A preferência por inserir-se no gosto em vez de questioná-lo explica a voluntária escravidão estética desses tempos. Política de verdade não é realmente algo que esteja em questão. <span style="text-decoration: line-through;"> </span></p>
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		<title>Desnudando Marilyn</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 17:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo do Site]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Marilyn]]></category>
		<category><![CDATA[Norman Mailer]]></category>
		<category><![CDATA[Record]]></category>

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		<description><![CDATA[A polêmica biografia da atriz, escrita por Norman Mailer, ganha nova tradução pela Record]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-32554" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/desnudando-marilyn/63bf7713b66e85c001bd05dc82faadb52/"><img class="aligncenter size-full wp-image-32554" title="63bf7713b66e85c001bd05dc82faadb52" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/63bf7713b66e85c001bd05dc82faadb52.jpg" alt="" width="472" height="294" /></a></p>
<p>Publicada há 40 anos pela Civilização Brasileira, a polêmica biografia de Marilyn sai agora em nova tradução pela Record. Escrita pelo norte-americano Norman Mailer, duas vezes ganhador do Prêmio Pulitzer, o livro gerou debate pela afirmação, no último capítulo, de que a morte da atriz seria atribuída aos serviços de inteligência americanos FBI e CIA, que condenavam seu suposto romance com o senador Robert Kennedy.</p>
<p>Detalhes sórdidos como abusos na infância e diversos abortos se misturam a passagens poéticas sobre incontáveis casos de amor nas 352 páginas que reconstroem a história de uma das maiores estrelas já produzidas por Hollywood. Retratada por notáveis como Truman Capote e Gay Talese, a Marilyn de Mailer é construída por meio de um retrospecto por vezes mais afetivo do que realista, com relatos subjetivos e juízos de valor explícitos, ainda que com um distanciamento reforçado pelo relato em terceira pessoa.</p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-32555" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/desnudando-marilyn/capa_marilyn/"><img class="alignleft size-full wp-image-32555" title="Capa_Marilyn" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/Capa_Marilyn.jpg" alt="" width="108" height="155" /></a> Marilyn<br />
</strong><em>Norman Mailer<br />
</em>Trad.: Alessandra Bonrruquer<br />
Record<br />
352 págs.<br />
R$ 39,90</p>
]]></content:encoded>
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		<title></title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 19:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficina literária]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[I
Há um ponto que delimita vida e arte
Ponto de fuga
Três pontos&#8230;
Dois pontos:
II
paixão
palavra bicho
te alimento de fome
III
eu sei enredar
fingir
não como pessoa
mas como gente
a música tema do nosso romance
devia ter sido o último blues
ainda amargo a vista grossa
que fiz pras suas canastrices
snif!
IV
minha doença é discurso
me entra pelos olhos, dedos, derme
já fui joana, a louca de espanha
contra parente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I</p>
<p>Há um ponto que delimita vida e arte</p>
<p>Ponto de fuga</p>
<p>Três pontos&#8230;</p>
<p>Dois pontos:</p>
<p>II</p>
<p>paixão</p>
<p>palavra bicho</p>
<p>te alimento de fome</p>
<p>III</p>
<p>eu sei enredar</p>
<p>fingir</p>
<p>não como pessoa</p>
<p>mas como gente</p>
<p>a música tema do nosso romance</p>
<p>devia ter sido o último blues</p>
<p>ainda amargo a vista grossa</p>
<p>que fiz pras suas canastrices</p>
<p>snif!</p>
<p>IV</p>
<p>minha doença é discurso</p>
<p>me entra pelos olhos, dedos, derme</p>
<p>já fui joana, a louca de espanha</p>
<p>contra parente de</p>
<p>de beatriz, ema</p>
<p>ri?</p>
<p>não me fale nada</p>
<p>não me dedique poemas</p>
<p>não me faça reviver</p>
<p>o ridículo papel de musa!</p>
<p>V</p>
<p>Minha cristaleira</p>
<p>Não tem delicadices</p>
<p>O que tem de quebrar que quebre</p>
<p>Minha cristaleira tem copos de servir</p>
<p>Taças são palavras frágeis</p>
<p>Eu tenho a minha delicadeza:</p>
<p>Tapas no vidro</p>
<p>Transcrever cristal</p>
<p>Em palavras de lata metal</p>
<p>V</p>
<p>O corpo em espasmos</p>
<p>a alma perdida</p>
<p>em um mar de sargaços</p>
<p>migalhas minúcias</p>
<p>e a leitura obsessiva</p>
<p>do itinerário das musas</p>
<p>juntos</p>
<p>trançaremos redes</p>
<p>de prender</p>
<p>suspiros</p>
<p>VI</p>
<p>de tanto ler nas madrugadas</p>
<p>me ficou essa arabesca</p>
<p>sensação de que sou personagem</p>
<p>de algum livro</p>
<p>labiríntico</p>
<p>os números me perseguem</p>
<p>cabalísticos</p>
<p>sinalizando:</p>
<p>retorno</p>
<p>as palavras é que me orvalham</p>
<p><strong>Joana d’Arc Batista Herkenhoff</strong>, 43 anos, é professora em Vitória (ES)</p>
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		<title>África documentada</title>
		<link>http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/africa-documentada/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 16:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo do Site]]></category>
		<category><![CDATA[África hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Rouge Parole]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra de documentários africanos em SP exibe 18 filmes, a maioria inédita no circuito comercial brasileiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mariana Marinho</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em></p>
<div id="attachment_32536" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a rel="attachment wp-att-32536" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/africa-documentada/photo_rouge_parole2/"><img class="size-full wp-image-32536" title="PHOTO_Rouge_parole2" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/PHOTO_Rouge_parole2.jpg" alt="" width="472" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do documentário &quot;Rouge Parole&quot; (2011)</p></div>
<p></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Em 2012, Rouge Parole (2011) foi eleito um dos 12 melhores documentários do ano pelo MOMA (Museu de Arte Moderna de Nova York). Dirigido por Elyes Baccar, o filme, um dos principais relatos sobre a Revolução da Tunísia, abre a mostra <em>África Hoje</em>, em São Paulo.</p>
<p>Em sua segunda edição, o evento exibe 18 longas e médias metragens, a maioria inéditos no circuito comercial brasileiro. Por meio dos documentários, a mostra pretende contemplar a diversidade do continente africano. “Algo que destaco e trago para a reflexão é a questão de o continente africano ter uma enorme parcela de cultura árabe que nem sempre é lembrada como parte da ‘África’. Porém, faz parte da diversidade deste continente”, afirma a curadora Luciana Hees.</p>
<p>Para Mariana Marinho, idealizadora e coordenadora da mostra, a produção documental africana, apesar de ser muito rica, ainda é pouco conhecida. “Os filmes geram novos olhares, reflexões e um diálogo mais abrangente, uma vez que são exibidos em diversas partes do mundo. Eles proporcionaram uma maior exposição de assuntos que antes eram considerados tabu”, comenta.</p>
<p>Além da exibição dos documentários, a mostra também contempla um ciclo de debates. Em sua abertura (21/5), a conversa fica por conta da pesquisadora Alessandra Meleiro e o cineasta Marco Abujamra.</p>
<p>Confira os destaques da mostra segundo a curadora Luciana Hees</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_32537" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a rel="attachment wp-att-32537" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/africa-documentada/perguntas_a_terra_natal_2/"><img class="size-full wp-image-32537 " title="Perguntas_a_Terra_Natal_2" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/Perguntas_a_Terra_Natal_2.jpg" alt="" width="472" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Perguntas a Terra Natal&quot; (2007), documentário de Samba Felix Ndiaye</p></div>
<p><strong><em>Perguntas a Terra Natal</em></strong><strong> </strong><strong>(2007) &#8211; Samba Felix Ndiaye</strong></p>
<p>Samba Felix Ndiaye é considerado um dos pais do documentário africano. Ndiaye faleceu em 2009 e <em>Perguntas a Terra Natal</em> é o seu filme mais simbólico. Isto porque foi realizado após 50 anos de independência do Senegal. As entrevistas trazem  vários pensadores falando sobre o nível de desenvolvimento atingido pelo país depois da independência. Por meio deste filme é possível compreender muitas questões enfrentadas pelos países da África subsariana.</p>
<p><strong><em>Fahrenheit</em></strong><strong> </strong><strong>(2010) – Craig Turner</strong></p>
<p><em>Fahrenheit</em> fala dos preparativos da Copa do Mundo na África do Sul, um tema com o qual o Brasil está envolvido agora. Ele desperta muitas reflexões válidas em relação aos mega investimentos feitos e que posteriormente são pagos pelo contribuinte. E a pergunta que sempre fica: para o benefício de quem?</p>
<p><strong><em>Na Espera dos Homens</em></strong><strong> </strong><strong>(2007) – Katy Lena Ndiaye</strong></p>
<p>O filme é visualmente muito bonito e acompanha uma conversa de mulheres sobre as suas relações com os homens, seus desejos, percepções e as tradições da cultura.</p>
<p><strong>África Hoje</strong><br />
<strong>Onde:</strong> Caixa Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, São Paulo (SP)<br />
<strong>Quando:</strong> 21/5 a 2/6<br />
<strong>Quanto:</strong> gratuito<br />
<strong>Info.:</strong> <a href="http://www.mostraafricahoje.blogspot.com.br/" target="_blank">www.mostraafricahoje.blogspot.com.br</a></p>
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		<title>Casa Fernando Pessoa traz ao Brasil seis autores portugueses para debates</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 18:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacaocult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo do Site]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Mário de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[sesc consolação]]></category>
		<category><![CDATA[Vozes da Literatura Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento em comemoração ao ano de Portugal no Brasil acontece em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-32528" href="http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/casa-fernando-pessoa-traz-ao-brasil-seis-autores-portugueses-para-debates/books-584/"><img class="aligncenter size-full wp-image-32528" title="books-584" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2013/05/books-584.jpg" alt="" width="472" height="266" /></a></p>
<p>No dia 21 de maio, a Biblioteca Mário de Andrade e o Sesc Consolação recebem seis autores portugueses: Ana Luísa Amaral, Gastão Cruz, José Luís Peixoto, Lídia Jorge, Patrícia Reis e Rui Zink. Mediados pela jornalista e diretora da Casa Fernando Pessoa, Inês Pedrosa, os escritores participarão de debates promovidos pelo programa <em>Vozes da Literatura Portuguesa, </em>um programa da Casa Fernando Pessoa, de Lisboa, em comemoração ao ano de Portugal no Brasil.</p>
<p>No período da tarde, Lídia Jorge, Patrícia Reis e Rui Zink conversam  na Biblioteca Mário de Andrade sobre o que inspira a escrita de seus romances com leituras de trechos de suas obras. À noite, o encontro ocorre no Sesc Consolação com a participação de Ana Luísa Amaral, Gastão Cruz e José Luís Peixoto</p>
<p>Depois de São Paulo, o evento, que é gratuito, segue para Porto Alegre (23/05) e Rio de Janeiro (25 e 26/05). Saiba um pouco mais sobre os escritores participantes:</p>
<p><strong>Ana Luísa Amaral </strong>(poesia) - Nasceu em Lisboa, em 1956. Ensina Literatura Inglesa no Departamento de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras do Porto. Autora de oito livros de poesia e dois livros infantis, a sua obra foi traduzida para várias línguas, como castelhano, inglês, francês, alemão, holandês, russo, búlgaro e croata.</p>
<p><strong>Gastão Cruz </strong>(poesia) – Nasceu em 1941. Professor do ensino secundário. Recebeu o Prémio D. Dinis pela obra <em>Crateras</em> (2000). Foi autor de uma obra muito diversa, que inclui: <em>A Morte</em> <em>Percutiva</em>; <em>A poesia Portuguesa Hoje</em> (1973); <em>Campânula</em> (1978); <em>Orgão de Luzes</em>; <em>Transe</em> (1960-1990); <em>As Pedras Negras</em> (1995) e <em>Poesia Reunida</em> (1999).</p>
<p><strong>José Luís Peixoto </strong>(ficção/poesia) - Nasceu em 1974. Colaborador regular de jornais portugueses como o <em>Diário de Notícias</em> e o <em>Jornal de Letras</em>. Vencedor do Prêmio José Saramago, em 2001, com o romance <em>Nenhum Olhar</em>. A sua obra inclui ainda os títulos: <em>Morreste-me</em> (2000); <em>A Criança em Ruínas </em>(2001) e <em>Uma Casa na Escuridão </em>(2002).</p>
<p><strong>Lídia Jorge </strong>(ficção) - Nasceu em 1946. É professora do ensino secundário. Vencedora do Grande Prêmio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores em 2003, com o romance <em>O Vento</em> <em>Assobiando nas Gruas</em> (2002). A sua obra inclui: <em>Notícia da Cidade Silvestre</em> (1984), <em>A Costa dos</em> <em>Murmúrios</em> (1988) e  <em>O Dia dos Prodígios</em> (1979).</p>
<p><strong>Patrícia Reis </strong>(ficção) – Nasceu em 1970. Editora da revista <em>Egoísta</em>. Escreveu uma curta biografia de Vasco Santana e os romances <em>Beija-me</em> (2006);<em>Cruz das Almas</em> (2004); <em>Amor em Segunda Mão</em> (2006); <em>Morder-te o Coração</em> (2007); <em>No Silêncio de Deus</em> (2008) e <em>Antes de Ser Feliz</em> (2009).</p>
<p><strong>Rui Zink </strong>(ficção) - Nasceu em Lisboa em 1961. Escritor e professor na Universidade Nova de Lisboa. No âmbito da literatura publicou, entre outros, os romances <em>Hotel Lusitano</em> (1987); <em>Apocalipse Nau</em> (1996); <em>O Suplente</em> (2000) e <em>Os Surfistas</em> (2001), primeiro e-book em língua portuguesa.</p>
<p><strong>Vozes da Literatura Portuguesa</strong><br />
<strong>Onde:</strong> São Paulo: Biblioteca Mário de Andrade - Rua da Consolação, 94 e Sesc Consolação &#8211; R. Dr. Vila Nova, 245 – São Paulo (SP). Porto Alegre: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul &#8211; Avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre (RS). Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles &#8211; Rua Marquês de São Vicente, 476 – Rio de Janeiro (RJ)<br />
<strong>Quando:</strong> 21/5 (SP), 23/5 (RS) e 25 e 26/5 (RJ)<br />
<strong>Quanto:</strong> gratuito<br />
<strong>Info.:</strong> <a href="http://www.bma.sp.gov.br/" target="_blank">www.bma.sp.gov.br</a> ou (11) 3234-3000</p>
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