Cem anos de Manoel de Barros

Douglas Diegues celebra, em seu 'portunhol selvagem', a força verbal delirante do poeta mato-grossense nascido em 19 de dezembro de 1916
(Foto: Eder Chiodetto)

O poeta Manoel de Barros (Foto: Eder Chiodetto)

Nascido em 19 de dezembro de 1916, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Manoel de Barros é homenageado por Douglas Diegues, que celebra a força verbal delirante do poeta mato-grossense, contaminada de sol, de infância, de rios e árvores. Nascido há cem anos, Manoel de Barros ocupa um lugar histórico próprio entre os principais nomes da moderna literatura brasileira, de Gregório de Mattos a Glauco Mattoso.

“Eu queria avançar para o começo. Chegar ao criançamento das palavras. Lá onde elas ainda urinam na perna”, foi o que respondeu Manoel a Douglas, sem pensar muito, quando perguntado aonde queria chegar. O texto na íntegra você encontra na Revista CULT de dezembro, que traz também o Dossiê ‘A quarta onda do feminismo’, o Especial ‘O desmanche neoliberal’ e mais:

ENTREVISTA:
– O pensador francês Christian Laval questiona: “Que grau de democracia tolera a ordem neoliberal do mundo?”, por Nilton Ken Ota

TEATRO
– As bacantes, do Oficina, rito e dionisismo no país da ordem e progresso, por Welington Andrade

LIVROS
O voyeur, a mais recente obra de Gay Talese, já pode ser considerada um dos grandes romances americanos do século 21, por Tiago Ferro

POESIA
– Três poemas de Meu semelhante, novo livro de Heitor Ferraz Mello