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No mês de junho, a fabricante de materiais esportivos Adidas anunciou em sua página do Facebook o lançamento de um novo tênis na linha outono-inverno 2012, segundo informou o jornal “Le Monde”. Desenhado pelo estilista Jeremy Scott Roundhouse, o calçado traz pulseiras de borracha simulando correntes, que muitos internautas viram como uma referência à escravidão.
Segundo a CNN, a empresa rapidamente removeu a postagem na página do Facebook, mas o assunto já havia rodado o globo gerando revolta entre internautas.
“Aparentemente não havia pessoas de cor no departamento de marketing que o aprovou”, brinca Rodwell em comentário no site “Nice Kicks”, portal destinado aos lançamentos de tênis.
A empresa, inicialmente, defendeu o designer, descrevendo seu estilo como “original” e alegre, mas o fabricante alemão emitiu um comunicado onde pede desculpas aos ofendidos com o caso e afirma que o modelo não será comercializado.
Os policiais deveriam andar sem algemas, caso contrária dirão que e racismo, e os sexshop, agora tudo e racismo, racismo tá na cabeça e não nos acessórios ou letras de música, ABSURDO.
parece até que a mídia anda promovendo o racismo ; na mimnha opnião ………
hoje em dia nunca foi tão valorizado esse esteriotipo pra ser bonita tem que ser” loira do olho azul” , a mídia tem valorizado demais , quanto mais eles falarem do racismo mais irão promove-lo ………..
É uma grande palhaçada atribuir atitude racista à criação do tênis. O mundo está ficando com medo de se divertir por conta dos exagerados neuróticos que pretensamente defendem direitos de minorias. Parabéns, Antonieta Nunes, pelo seu comentário!
O preconceito esta na cabeça de quem vê, ou de quem calça… daqui a pouco até sapato preto vão deixar de fabricar, enquanto muitas aguas sujas rolam “Cachoeira” abaixo…
Quem foi que disse a vocês que racismo só existe contra a raça negra?
Eu acho que a empresa achou que os rappers iriam adotar o calçado como forma de emitir medo, como quem usasse o calçado fosse perigoso. Um tiro no pé, porém, racismo não é apenas contra as pessoas negras. Vocês precisam ler mais…
Mas tá loco hein! Qualquer coisa já é motivo de racismo, logo que vi imaginei presos, inclusive porque já visitei prisões. Tá parecendo aquele clip com as pessoas fantasiadas de gorilas. Pode ser muitas coisas, inclusive mal gosto, mas racismo??? Menos né, menos.
A corrente de borracha é opicional.Usa quem quer.E quem se sentiu ofendido,devia entender que a criatividade sempre gerou preconceito,é só vocês lerem um pouco de história e vão perceber que com a chegada do biquini por ex.muita gente ficou escandalizada,mas hj em dia as mulheres estão praticamente nuas e ninguém se escandaliza mais.
O estilista apenas mostrou que quem compra é prisioneiro da marca, as vezes o pobre coitado, trabalha o mês inteiro apenas pra se tornar prisioneiro da marca. Nada mais o racismo esta na mente e no coração do próprio racista.
Eu uso correntes em minha moto! Será que sou racista? Tenha a santa paciência né gente . Deixem de ocupar espaços na rede com besteiras.
Nâo tenho carro preto, se não acham que é racismo, não compro meias pretas, pois acham que racismo, não compro nada da cor preta, pois acham racismo..que saco! Por que ninguem fala dos nazistas, dos garimpeiros, dos bóias frias que também sofreram e sofrem até hoje!
Falta pura do que fazer!
Eu sou uma pessoa da raça negra e não vi mal nenhum neste tênis, o pensamento que remete à escravidão está na cabeça de uns poucos, e quanto a essa frase do texto que diz que não havia nenhuma pessoa de cor no departamento que aprovou, eu discordo, pois todos somos pessoas de cor, alguns como eu da Raça negra, outra branca, amarela etc…, na verdade não existe pessoas de cor, mas sim de diversas raças.
Sou negro, achei o design do tenis bonito e inovador, realmente algo muito diferente do mainstream. Acho que até compraria, dependendo do preço.
Agora, a marca deveria lutar contra esses babacas que só choram em redes sociais. O mundo está infestado de inúteis dependentes do Estado, da mamãe e do papai.
Outro dia a propaganda de um azeite com considerada racista por falar que a garrafa negra era a seguranca,agora o tenis é racista.Quanta besteira.O Chico Buarque precisa tomar cuidado,tem uma cancao dele (genial por sinal) que diz que a coisa aqui tá preta.
Apenas achei uma ideia infeliz. O estilista só queria fazer um modelo original, que ninguém nunca tivesse visto/feito e acabou pegando essas correntes como referencia, mas ai sabe, pra quê? Acho que não precisava. Como muitos disseram aqui, é uma coisa de mau gosto.
Temos que ter consciência que o racismo no Brasil é relacionado apenas à cor, mas no exterior, o negro não está apenas relacionado com cor da pele, mas sim com todo o contexto.
É fácil, como muitos já disseram, sair pra vida(sem tirar o fat ass da cadeira), de frente pro Note ou tablet que a mamãe deu de presente porque aprendeu a fazer as quatro operações aritméticas, mesmo sem saber escrever, com sabonete assepxia, creme dental com 180 horas de proteção, escova dental ergonômica, papel higiênico perfumado folha dupla, jeans de marca, tênis adidas, camiseta diesel, cartão de crédito bancado pelo papi, pra protestar ou encher o saco numa campanha politicamente correta.
Já diziam na época da bossa nova pela voz de Nara Leão (os joelhos mais lindos do Brasil):- “Falar de morro, de frente pro mar, não vai fazer ninguém melhorar….”
Faço minha as palavras de Jack Bauer : “o mundo est’a infestado de babacas dependentes do Estado, mamãe e papai” , a internet deu voz às vacas de presépio , mugem as palavras “preconceito” , “racismo” , “fascismo” , “mercado”,
Achei um exagero dizer que é racista, mas esse grilhão é de gosto duvidoso. Eu pessoalmente não compraria algo assim, remete a prisão, estar preso.
“Destruir as paixões e os desejos unicamente por sua brutalidade e para evitar as conseqüências nocivas que esta produz, nos parece hoje uma fórmula particular da estupidez”. Assim falava aquele filósofo pirado… pra mim, isso não passa de um tênis. Usa quem quer!!!
O modelo pode ser tudo, menos racista. Mas, pensando bem, os brasileiros deviam ter o direito de usá-lo,pois no Brasil somos escravos dos bandidos, dos impostos brutais, dos políticos corruptos,
de toda uma corja que hipocritamente se diz democrata.
Gente, o que é isso? O tênis faz uma clara referência ao voo. Como se o atleta fosse um ser alado e precisasse de amarras para mantê-lo ao chão. É até poético. Uma pena não ser comercializado.
Sou negro e nao achei racismo…alias, achei mto legal o tenis.
Citaram uma propaganda de um azeite…aquela sim era racista!!!
O problema é que muita gente fala do que não entende. Alguns com a por pura falta de empatia por diferença de perspectiva – o que não é justificável – e outros por total alienação. O que aconteceu e acontece com os negros em todo mundo é hediondo, deixando marcas, feridas que demorarão a curar-se.
Até que se supere todas as injustiças do passado e as do presente não se façam lembrar, não vale a pena o tom de irreverência… Mas de vez em quando surge um tapado ou outro tentando rir do holocausto ou a violencia contra as mulheres, gays em nome da banalizada liberdade de expressão…brincadeira…
Achei o tênis horroroso experimenta calçar um desse tamanho 43 n dá simplesmente grande demais pesado demais quente d+
A inteligência humana tem limite, mas a ignorância, não! Racismo ou falta de repertório para fundamentar o pensamento?
Fico até constrangido de ver essas reportagens sobre casos de racismo. Não será a repressão a tudo que se julge preconceituoso, muito menos a constante divulgação desses fatos que vão fazer as pessoas não serem racistas. Se ao invés de condenar as pessoas que criaram esse tênis prendessem pessoas que praticam mesmo o racismo, com ofensas diretas a negros, judeus, arabes, obesos, gays e etc, ai sim as pessoas deixariam de ser racisas.
Polemicas à parte, a questão deve ser melhor analisada. As pulseiras ou tornozeleiras constam como adereços da marca. Não poucas pessoas, interpretou como referencia à escravidão, que nunca foi somente negra. Há registros fartos de que a escravidão sempre foi uma tônica na história da humanidade, portanto, não há porque caracterizá-la como racistas contra negros. Ocorre que entre nós, os brasileiros, quando se fala em escravidão, traduz-se por negros e daí a confusão com o tema “racismo” que neste caso não tem nenhuma referência. Mas, pelo que se leu acima, a empresa, embora nada ingênua no assunto escravidão, mas talvez interessada na polêmica em tempo ou tardiamente retirou a página, e a despeito do barulho conseguiu o que queria. Uma quantidade infinita de pessoas mundo afora citou-a, debateu, discutiu e etc. Falem mal ou bem, mas falem de mim. Isto chama-se propaganda boca a boca. A menos que não poucas pessoas no mundo afora, deixe então de comprar a referida marca/fabricante. Aí não valeu máxima acima. O facebook se presta a isto: baboseiras, senso comum, iletrados, analfabetos políticos e outros analfabetismo.
Acho que não tem a ver com a escravidão.Não a escravidão racial como todos pensam. Eu seria um idiota se vendesse um produto com o intuito de discriminar alguém.Mas acho que pode ser interpretado como uma PRISÃO À MARCA que tanto nossa amiga Tibure fala ou talvez como o Zallas colocou: ” Falem bem ou mal, mas falem de mim”.
Bom, se a própria empresa reconheceu que o tênis era inadequado, cancelou seu lançamento e pediu desculpas, por que vem tanta gente aqui defender o produto?
Se a própria empresa reconheceu é porque quem protestou estava certo.
Talvez a decisão tenha tido caráter meramente comercial, desvinculado do bom e necessário politicamente correto. Se não, vejamos: quem, em são consciência, iria andar com um trabuco feio desses nos pés, meu deus do céu???
Brincadeiras a parte, tudo que possa simbolizar manifestação racista deve mesmo ser riscado do mapa. Para uns, isso pode não ser nada. Mas se houve reação é porque alguém se sentiu racialmente ofendido. Se isso ocorreu, corte-se o produto. Acertada a decisão da empresa.
Não adianta o camarada que não viu nada demais no sapato vir dizer que a decisão é absurda. Se o sapato desrespeita racialmente alguém, se esse alguém se sente atingido, pronto. Discussão encerrada e produto cancelado. Correta a Adidas.
A superficialização conceitual… são notícias. Notas. Coisa para o chamado cidadão, aquele que tem direito de ficar na periferia das coisas. Tudo tem a ver com tudo. Rizomas de Deleuze. O corpo entranahado, dedicado, arraigado, inveterado. A cultura pop não se aplica em ver a textura do conhecimento. Acho lamentável achismo. Um pouquinho mais devagar, mais lacan, menos lacanismo, busque fundo o entrecruzamento factual no ato da vida.
Há pessoas que se preocupam com coisas tão insignificantes e essa ai foi absurda, atribuir racismo ao novo modelo de tênis da adidas. Quantas pessoas no mundo precisam de atenção, respeito, abrigo, comida, saúde, um lar…! Se a correntinha no tênis simboliza racismo, então abaixo as correntes rsrsrsrsr. Nada de correntes (finas, médias, grossas, de cobre, bronze, prata, ouro) nas bolsas, na roupa, no braço, no pescoço…! Isso é possível? Alguém aí nunca usou uma correntinha no pescoço, no braço? A questão não é a correntinha no tênis, é a ADIDAS que incomoda a concorrência.
Eu acho que quem associa correntes a negros é que é racista. Uma corrente pode significar tanta coisa! Se for assim, realmente, teríamos de parar de usar correntes de qualquer tipo no cotidiano, pois corrente é coisa de gente racista. Eu hein! Tanta coisa pra se preocupar, vai reclamar logo disso?!
Quem associa uma corrente a escravidão no mínimo é um ser com ausência de todas as faculdades mentais. Se a Adidas quiser vender o produto que desenvolveu, qual seria o problema com isso? Se o produto não agrada, não comprem e sejam felizes. Quem arcará com o prejuizo é a própria Adidas. Ao invés de criticar coisas tão pequenas, porque não se importam com o essencial da vida? Enquanto brigam com o design de um tênis por fazer alusão ao trabalho escravo, existem escravos trabalhando no quintal de suas casas. Escravos na China e na India, no Brasil (vide o caso da Zara) e outros.
As correntes deveriam ser para os consumidores alienados que vivem a comprar os produtos da Adidas! Eles merecem!
Só quem é negro e/ou quem tem o mínimo de conhecimento sobre a história da escravidão no Brasil e no mundo se sentirá ofendido.Quem não se enquadra nessas opções acha “Exagero” “Mania de perseguição” e outras alienações que a sociedade hipócrita e burguesa impõem para os seus participantes .
É um modelo extravagante e só.Provavelmente ninguém usaria na rua.Tem quem colecione esses modelos excêntricos do Jeremy Scott que saem em tiragens limitadíssimas.Take it easy, meu povo.
O tênis é tão feio quanto o racismo.
Achei simplesmente lúdico e náo relacionado à raça. E sou negra! Há inúmeras formas de se demonstrar racismo. Muitos, infelizmente, náo alcançam a linguagem metafórica da comunicaçao…
A Adidas foi uma das empresas que financiaram o Nazismo, que tinha como ideal o ariano puro, e extermínio de negros, gays, miscigenados, etc. Esse julgamento de que essas correntes são racistas, não é à toa. Há uma fundamentação histórica…